5 de Dezembro – Discernindo entre Alegria e Felicidade

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“Não se preocupe. Seja feliz!” Da música popular a um slogan cultural, este ditado é declarado sob a forma de um imperativo. Isso reflete a ideia de que a felicidade pode ser evocada por um ato da vontade. Todavia, a suposição prevalecente entre nós é que a felicidade é algo que acontece conosco ou está em nós. É uma experiência passiva. Podemos ser ativos na busca, pois sua busca é considerada um direito inalienável das pessoas. Mas a coisa em si, tão evasiva quanto possível, é muitas vezes considerada algo involuntário.

Há uma diferença entre felicidade e alegria na Escritura. O termo felicidade tende a ser mais amplo do que o termo alegria. A felicidade tende a incluir uma noção de contentamento e satisfação junto com, talvez, sentimentos de alegria. A alegria sugere algo mais intenso – um forte sentimento de felicidade.

Se estamos servindo a Deus sem alegria, existe algo de errado com esse serviço. Se a alegria não é característica em nossas vidas, pode ser um sinal de que não somos cristãos.

Na presença de Deus

A alegria é uma característica da sua vida?

Passagens para estudo adicional

Salmo 30:5; Salmos 43:4; Filipenses 4:4

Leonardo Dâmaso
Leonardo Dâmaso

Mineiro, de Divinópolis. Criador e editor-chefe do Reformados 21. Servo de Cristo, músico, compositor, teólogo, escritor, apologista, tradutor e blogueiro. Faço parte da JET – Junta de Educação Teológica do IRSE – Instituto Reformado Santo Evangelho.