Desmascarando os Argumentos Gayzistas com a Lógica Simples (1/2)

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Não há nenhuma vergonha em acreditar numa mentira até que você conheça a verdade.

O sucesso dos assim chamados “direitos gays” é um triunfo surpreendente de uma fraude astuta sobre a lógica simples. Quando se trata desta questão, caso contrário, pessoas inteligentes cairiam rotineiramente em argumentos que são insustentáveis sob um exame minucioso. Simpatizantes dos “gays” não são necessariamente mais crédulos que as outras pessoas; eles são simplesmente ludibriados a aceitar certas conclusões sem examinar primeiro as premissas implícitas/obscuras. Aquele que define os termos controla o debate – e, por  extensão, a opinião pública.

Nessa questão os termos foram definidos (em muitos casos inventados) por sofistas talentosos do movimento gayzista. A sofística, deve-se dizer, é a técnica de argumentação da Antiga Grécia caracterizada pelo emprego de raciocínios falaciosos.

A chave para ser bem sucedido, ao lidar com um sofisma, é simplificar e esclarecer o que os sofistas deixaram intencionalmente complexo e vago. Esse processo começa com a definição dos termos e conceitos que estão sendo utilizados nos argumentos. Rapidamente se descobre que a maioria dos argumentos que defendem os “direitos gays” dependem de falsas premissas ocultas e termos deliberadamente ambíguos. É tudo fumaça e espelhos.

Entre os termos e conceitos mais comuns no debate sobre os “direitos gays”, estão: homossexualidade, orientação sexual, heterossexismo, diversidade, multiculturalismo, inclusividade, discriminação, homofobia e tolerância.

Essas palavras e frases são usadas pelos sofistas do gayzismo para moldar a questão da homossexualidade como um assunto de direito civil.  Esse é um contexto escolhido para favorecer homossexuais na medida em que eles posam de vítimas e rotulam seus oponentes de opressores, mas mesmo dentro deste contexto, os argumentos gayzistas são facilmente refutados.

O que é a homossexualidade?

Algumas pessoas podem se sentir tentadas a evitar essa seção por pensar que compreendem esse termo. Esse é o primeiro erro cometido por toda vitima da sofística gayzista. Falhar no esclarecimento dos termos essenciais, logo no início, é permitir-se cair na armadilha de seus próprios pressupostos. É algo como assinar um contrato de compra de um carro usado sem ao menos identificá-lo.

A definição de homossexualidade não é tão clara quanto parece. Até 1986, a homossexualidade era definida universalmente como uma prática sexual com alguém do mesmo sexo. Por extensão, um homossexual era definido como alguém que se envolvia ou desejava se envolver em tal prática. O próprio movimento gayzista adotou essa definição, na qual o termo “homossexualidade” incluía apenas o que se refere ao comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo.

Depois de 1986, o movimento gayzista começou a redefinir a homossexualidade como uma condição normal e imutável equivalente a heterossexualidade, um estado de existência completamente independente de conduta. Sob a nova definição, “héteros” podem escolher ter relações sexuais com alguém do mesmo sexo e “gays” podem escolher ter relações sexuais com alguém do sexo oposto sem qualquer alteração de sua verdadeira “orientação sexual”.

Por que a mudança de estratégia? 1986 foi o ano que o Supremo Tribunal dos Estados Unidos, no caso de Bowers vs Hardwick, confirmou o direito dos estados de criminalizar a conduta homossexual. O movimento gayzista argumentou que a sodomia homossexual deveria ser vista pela corte como um direito fundamental de privacidade que não se difere das relações sexuais conjugais. O tribunal rejeitou decisivamente o argumento. O direito constitucional dos estados regularem a conduta homossexual continuou a ser a lei do país.

Frustrados em seu objetivo de legitimar a conduta homossexual como um direito fundamental, o movimento gayzista recorreu ao único argumento do qual poderia reivindicar proteção constitucional: a condição de minoria como uma “classe suspeita”. O Supremo Tribunal reconhece o status de minoria apenas a grupos que 1) tenham sofrido uma história de discriminação, 2) são incapazes de ajudarem a si próprios e 3) são definidos por características imutáveis.

Esse é o segredo para compreender o porquê do movimento gayzista negar que a homossexualidade é comportamental e insistir que a homossexualidade é inata e imutável. Isso não é ciência. Isso é uma estratégia política e jurídica. O problema é que eles não podem provar isso.

Não existe nenhum meio verdadeiramente objetivo de determinar se a pessoa é homossexual inata. Ninguém pode fazer um exame de sangue ou de DNA para provar que é “gay.” Nós dependemos inteiramente da declaração da pessoa de que sua homossexualidade é inata. A mácula do auto-interesse político por si só torna tal prova indigna de confiança. Homossexuais assumidos não podem nem mesmo provar que eles realmente acreditam que sua homossexualidade é inata. Ao invés disso, eles argumentam que a homossexualidade deve ser inata porque ninguém escolhe ser “gay” e se sujeita ao estigma social resultante. Esse argumento é inválido, já que muitas pessoas optam por estilos de vida que outros condenam. Além do mais, há vários homossexuais que admitem abertamente que seu estilo de vida é uma preferência voluntária.

Sobre a questão da escolha, é de se notar que todo tipo de sexo, com exceção do estupro, é voluntário e que todo ato sexual envolve uma escolha consciente. A inclinação de uma pessoa para uma forma de conduta sexual pode não ser, por um bom número de razões, conscientemente escolhida, mas a mera existência do desejo não justifica o ato. Aceitar o contraditório seria validar o adultério e a pedofilia. A sociedade tem o direito de requerer que as pessoas contenham seus desejos nocivos, mesmo que seja difícil para elas tal feito.

Na verdade, o movimento gayzista não quer encontrar uma causa biológica. Se a ciência tivesse identificado uma causa biológica para a homossexualidade, neste dia começaria uma “corrida pela cura”. (E um número enorme de homens e mulheres homossexuais supostamente felizes iriam se juntar secretamente a essa corrida). Já que o movimento gayzista é incapaz de provar isso, a assertiva de que homossexuais “nascem desse jeito” continua sendo nada mais do que uma hipótese, a qual não justifica o abandono de políticas sociais consagradas e conhecimentos comprovados. Lembre-se, a sociedade não deve provar que a homossexualidade é adquirida. Ativistas gayzistas são os que estão tentando mudar as coisas e o ônus da prova é deles.

No entanto, há muitas evidências de que a homossexualidade é adquirida. Há um conjunto considerável de testemunhos de dezenas de milhares de homens e mulheres que viviam como homossexuais. Estes ex-“gays” renunciaram a seus antigos estilos de vida e muitos se tornaram heterossexuais por identificação própria e desejo, enquanto outros pararam no ponto de conforto com seu próprio gênero e liberdade de desejar pessoas do mesmo sexo. O desafio do movimento gayzista para ex-homossexuais é, em essência, provar que estes não continuam inatamente “gays”, o que é o cúmulo do absurdo, já que a imutabilidade homossexual nunca foi provada, em primeiro lugar.

Por que a questão da imutabilidade é tão importante? Porque se a homossexualidade não é inata, ela tem que ser adquirida. E se ela pode ser adquirida, vamos impedir que a homossexualidade seja legitimada para nossas crianças. Se ainda houver uma sombra de dúvida sobre a causa da homossexualidade, nós devemos optar por proteger nossas crianças. De fato, nós devemos desencorajá-las ativamente de ver a homossexualidade como algo normal e seguro, quando de fato é demonstrativamente insegura e anormal. Vale a pena lembrar que normalidade é funcionar de acordo com a natureza ou designio. A normalidade não é baseada na opinião popular.

Sumariamente, a verdadeira definição de homossexualidade é a prática sexual com pessoas do mesmo sexo. Um homossexual é uma pessoa que se define pelo envolvimento ou desejo de se envolver em tal prática. Essa definição é lógica e intuitivamente sensata.

Pelo amor de nossas crianças e a saúde de nossa sociedade, nós devemos rejeitar a redefinição desses termos. Nós devemos forçar os defensores do argumento “eu nasci assim” a admitir que são incapazes de provar isso; e como não podem provar, eles devem admitir a possibilidade de que a homossexualidade pode ser adquirida. Nós temos que impedir que a discussão prossiga quando a imutabilidade da homossexualidade é assumida como premissa. Nós devemos desafiar a premissa e forçar as concessões lógicas, impedindo que o assunto seja mudado.

Orientação sexual

“Orientação sexual” é um termo altamente ambíguo, carregado de pressupostos falsos e ocultos. Uma “orientação” descreve a perspectiva de um sujeito em relação a um objeto. Uma orientação sexual, portanto, descreve uma pessoa (sujeito) pelo objeto pelo qual se sente sexualmente atraída. Um homossexual é alguém orientado em direção a alguém do mesmo sexo, um bissexual em direção a ambos os sexos, um pedófilo em direção a uma criança, um sadomasoquista em direção a dar e receber dor, etc…

Por definição, há um número ilimitado de potenciais orientações sexuais. O movimento gayzista, no entanto, arbitrariamente reconhece apenas quatro orientações: heterossexual, homossexual, bissexual e transgênero (isto é, travestis e transexuais). Por quê? Porque para reconhecer outras orientações – pedofilia, por exemplo – poderia chamar a atenção para a importância de se distinguir entre orientação e conduta, quando o maior propósito da teoria da orientação sexual é legitimar e proteger a conduta homossexual obscurecendo essa distinção.

Isso é visto com mais evidencia em políticas antidiscriminatórias que incluem orientação sexual. Legisladores do governo e de corporações incluem orientação sexual em políticas antidiscriminatórias, a fim de proteger a liberdade de pensamento e de expressão com base na alegação de que a orientação sexual não é nada mais do que um estado de espírito.

Americanos apreciam legitimamente o direito da Primeira Emenda de pensar e falar livremente. O efeito prático de tais políticas, no entanto, é legitimar e proteger qualquer conduta sexual associada com uma orientação. Por exemplo, sob tais políticas, um senhor é obrigado a alugar seu imóvel a homossexuais, mesmo que eles admitam que pretendem cometer sodomia no imóvel e essa seja a sua única razão para negar a solicitação deles.

Por que essa distinção entre orientação e conduta é tão importante? Porque a conduta sexual tem sérias consequências na saúde pública na qual a sociedade tem tanto o direito quanto a obrigação de regular. Em contraste, não há implicações de saúde pública para orientação sexual propriamente definida. Até mesmo uma orientação pedófila, abominável por si só, é inofensiva ao público se jamais for colocada em prática.

Os legisladores poderiam por um fim neste rodeio de considerações sobre a saúde pública adicionando uma sentença as leis antidiscriminatórias existentes: “Esta lei não deve ser interpretada de forma a legitimar ou proteger qualquer conduta sexual digna de regulação do interesse público.” O direito de reivindicar a orientação sexual não deve conceder automaticamente a licença para a conduta sexual.

Outro propósito da teoria da orientação sexual é criar um contexto no qual a homossexualidade e a heterossexualidade tenham o mesmo status. A noção de equivalência entre a homossexualidade e a heterossexualidade é muito importante para a argumentação gayzista. Por um lado, isso neutraliza argumentos sobre a saúde e a segurança contra a legitimação da homossexualidade.

Por exemplo, é um fato incontestável que a conduta homossexual espalha doenças. Quando lembrados disso, simpatizantes dos “gays” dizem: “heterossexuais fazem as mesmas coisas.” Essa não é uma defesa lógica da homossexualidade por si só, já que um erro não justifica o outro. No entanto, esse é um argumento para tratar a homossexualidade igualmente à heterossexualidade, se ambas fossem genuinamente equivalentes. Mas não o são.

Diferente da homossexualidade, a heterossexualidade é imutável. Definir a heterossexualidade meramente como uma conduta sexual entre pessoas de sexos compatíveis é suprimir uma verdade fundamental sobre o que é ser humano.

Todos os seres humanos, com exceção dos hermafroditas (pessoas com deformidades genitais), nascem com um sistema reprodutor que é heterossexual por natureza. Nós somos ou homens, ou mulheres. Nós temos sentimentos sexuais somente por causa de processos químicos e outros processos enraizados em nosso design procriativo heterossexual. Assim, a orientação sexual de um homem para uma mulher (ou vice-versa) é evidentemente normal e natural. Por contraste, uma orientação “de homem para homem”, ou “de mulher para mulher”, é evidentemente anormal e antinatural. Para a homossexualidade ser equivalente à heterossexualidade, ela teria que estar enraizada em sua própria psicologia homossexual.

Na realidade, a homossexualidade não é nada mais que um comportamento entre pessoas do mesmo sexo que são heterossexuais inatamente e imutavelmente. A homossexualidade é biologicamente (e variando moralmente de grau) equivalente à pedofilia, sadomasoquismo, bestialidade e muitas outras formas de desvio comportamental ou de comportamentos que fogem do padrão de normalidade inerente à espécie humana.

Uma segunda razão da exposição da premissa de equivalência é que isso permite aos ativistas “gays” explorar as doutrinas do direito civil que não seriam aplicáveis de outra forma. Discriminação, no contexto dos direitos civis, significa tratar grupos iguais com desigualdade. Se a homossexualidade e a heterossexualidade são aceitas como iguais, então é injusto negar aos homossexuais todos os benefícios que os heterossexuais desfrutam. Sofistas gayzistas moldaram o termo “heterossexismo” para descrever favoritismo direcionado a heterossexuais. Para entender as implicações do heterossexismo, simplesmente pense nisso como “racismo” contra homossexuais.

O primeiro passo na tomada de posse de uma organização [por homossexuais] é uma política antidiscriminatória baseada na orientação sexual, pois isso foca em pressupostos pró-gays. Após a adoção dessa política, a organização deve aceitar como fato que a homossexualidade é imutável, equivalente à heterossexualidade, e merece proteção especial a despeito de considerações de saúde pública. O criticismo dessas posições, ou mesmo o erro de afirmá-las, pode ser considerada uma violação da política. Onde tal política é decretada, a adoção do resto da agenda gayzista é inevitável. As conclusões são asseguradas por premissas.

O processo de tomada do poder varia levemente dependendo do tipo de organização, mas é previsível e facilmente reconhecível.

A tomada de poder de governos municipais começa na mídia local (onde nunca há uma escassez de ativistas políticos gayzistas) com uma campanha de sensibilização para a discriminação contra minorias legítimas. Um apelo é fomentado para a criação de uma Comissão de Relações Humanas para estudar o problema e desenvolver soluções baseadas na comunidade. A comissão, então, é formada com autoridade governamental. A política antidiscriminatória vem em seguida, frequentemente sem referir-se a orientação sexual. Isso é usualmente adicionado mais tarde, com uma emenda.

A oposição geralmente é mínima, porque ninguém quer ser taxado como alguém favorável a discriminação. Esse não é um medo infundado. Ativistas da agenda “gay”, tanto na mídia quanto no governo, encaram qualquer forma de oposição com uma enxurrada de acusações de racismo e intolerância. Invariavelmente, um dever da comissão é o de reunir, analisar e reportar estatísticas sobre discriminação na comunidade. (Provavelmente é daí que o conceito de “crimes de ódio” originou-se como uma estratégia política gayzista).

O uso de um plano de comunicação assegura dois resultados favoráveis para os homossexuais. Primeiro, eles ganham uma medida de legitimidade apenas por estarem listados junto com as verdadeiras minorias de direitos civis (sem ter que justificar a sua inclusão entre aqueles cujo status é baseado em critérios moralmente neutros, como a cor da pele e etnia).

Em segundo lugar, a própria natureza do processo de informação garante praticamente um aumento de incidentes de discriminação de um período analisado para o seguinte, enquanto as pessoas se tornam gradualmente conscientes do sistema. Esta aparência de um problema crescente reforça as exigências de concessões adicionais para a agenda gayzista.

A aquisição de uma empresa começa com a colocação de um ativista homossexual (geralmente enrustido) em um cargo de recrutamento e seleção. Outros “gays” assumidos são, então, contratados para preencher posições estratégicas na empresa. Quando a capacidade de controlar o processo seletivo é assegurada, alguns dos ativistas “saem do armário” e formam uma “Associação de Funcionários Homossexuais.” Esse grupo, então, apresenta uma emenda à política antidiscriminação da empresa para incluir “orientação sexual”.

Organizações geridas democraticamente (incluindo partidos políticos, sindicatos e igrejas) são escolhidas como alvo devido à sua vulnerabilidade na tomada do poder feito por um bloco unificado de membros votantes. A infiltração em massa de ativistas precede a seleção, a qual depois de um tempo a política organizacional (e estatutos/regulamentos) pode ser controlada

por novos líderes ativistas, que podem ou não revelar que são “gays”. Foi assim que a Metropolitan Community Church, uma denominação religiosa completamente controlada por gayzistas, teve origem, surgindo com a queda da MCC original, a qual era notadamente uma Igreja cristã genuína, embora cambaleante. As aclamadas denominações cristãs “tradicionais” viraram alvos particularmente, não apenas porque muitas congregações foram vistas em declínio abrupto de membros nas décadas recentes (isto é, poucos novos “membros” são necessários para ganhar na votação majoritária), mas porque essas denominações têm posses de muitos bens, imóveis e fundos patrimoniais que podem ser usados para projetos de ativismo.

Toda tomada do poder é seguida pela consolidação do poder “gay” dentro da organização, começando com uma forma de “sensibilização”. A sensibilização emprega táticas comprovadas de coerção (isto é, “lavagem cerebral”) para doutrinar os membros da organização a pensar de forma gayzista. Pela natureza das táticas empregadas, poucos ousam questionar. Aquele que estiver sendo devidamente observado pelo grupo de controle, se for considerado uma ameaça real, será marginalizado e pode ser expulso/demitido. A sensibilização é obrigatória a todos os membros da organização.

Uma vez que o grupo de controle tenha se consolidado no poder, os recursos disponíveis da organização são pilhados. Isso inclui tanto recursos tangíveis, como dinheiro e propriedades, assim como intangíveis, como propaganda, contratos comerciais e até mesmo a boa vontade da comunidade. Doações de caridade também são exploradas, como presentes, e doações são desviadas de seus beneficiários prévios [como os escoteiros] para as organizações controladas pela militância “gay”.

Enquanto alguns recursos beneficiam o grupo de controle interno (isto é, vantagens de parcerias domésticas e regalias trabalhistas), a maior parte esta focada estrategicamente fora da organização para avançar com a agenda gayzista na comunidade. Todos os processos descritos acima se tornam possíveis simplesmente por aceitar a orientação sexual como uma teoria da sexualidade humana.

Resumidamente, orientação sexual é um termo que é usado pelo ativismo “gay” para enganar os legisladores e o povo sobre a natureza da homossexualidade. Isso molda o debate sobre a homossexualidade de uma forma que o sujeito mediano é ludibriado a aceitar pressupostos gayzistas sem questionamentos. Isso é ainda mais verdadeiro para aquelas pessoas que continuam a se opor aos objetivos políticos do gayzismo. Uma vez que os pressupostos foram aceitos, especialmente quando eles se tornarem “leis” da política antidiscriminatória, a resistência ao restante da agenda gayzista se torna muito mais difícil.

A única estratégia efetiva é rejeitar e refutar os falsos pressupostos de orientação sexual e reformular as questões em cima de uma fundação verdadeira e confiável. A orientação sexual deve ser exposta pelo que ela é: uma teoria sem sentido sobre a sexualidade inventada por estrategistas políticos do gayzismo, para servir aos seus próprios interesses mesquinhos a custo do bem-estar da sociedade como um todo.

 

 

Desmascarando os Argumentos Gayzistas com a Lógica Simples (2/2)

 

 

Autor: Scott Lively

Fonte: Direita Realista

Tradução: Direita Realista

Leonardo Dâmaso
Leonardo Dâmaso
Mineiro, de Divinópolis. Criador e editor-chefe do Reformados 21. Servo de Cristo, músico, compositor, teólogo, escritor, apologista, tradutor e blogueiro. Faço parte da JET - Junta de Educação Teológica do IRSE - Instituto Reformado Santo Evangelho.