Uma Defesa da Justificação Pela Fé (1/2)

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Texto base: Gálatas 3.1-14

INTRODUÇÃO

Nos capítulos iniciais da carta aos Gálatas, Paulo trata particularmente de sua defesa pessoal como apóstolo de Jesus Cristo. No capítulo 1, com vigor insofismável, o apóstolo combate os argumentos falaciosos de seus opositores, os falsos mestres judaizantes, os quais estavam tentando prejudicar o seu apostolado e o evangelho.

Todavia, no capítulo 2, o apóstolo continua defendendo o seu apostolado e o evangelho, porém, de forma mais abrangente, ressaltando que o seu evangelho em nada difere do evangelho pregado pelos outros apóstolos de Cristo (2.1-10).

Ainda, no capítulo 2, Paulo apresenta sua contundente defesa ao evangelho da graça (2.11-14). Em seguida, “o apóstolo introduz a gloriosa doutrina da justificação pela fé no contexto do conflito que teve com o apóstolo Pedro (2.15-21)”.1

Agora, no capítulo 3.1-14, Paulo manifesta, de forma concisa, seu poderoso argumento em defesa da doutrina da justificação pela fé em três seções.

Na primeira seção, que compreende os versículos 1-5, o apóstolo enfatiza a veracidade da justificação pela fé na experiência de vida dos gálatas. Na segunda seção, por sua vez, que abarca os versículos 6-9, ele utiliza o exemplo de Abraão como suporte para o seu argumento em defesa da justificação pela fé. E, na terceira seção, composta pelos versículos 10-14, Paulo conclui sua proposição, realçando o contraste entre a lei e a fé no aspecto da justificação.

Hernandes Dias Lopes salienta que “as igrejas na Gálacia estavam sendo invadidas pelos falsos mestres, pregando um falso evangelho, com uma falsa motivação, e assim retrocediam na fé e voltavam ao jugo do judaísmo”.2

EXPLANAÇÃO

Paulo começa sua argumentação exortando os gálatas por estarem ouvindo os falsos mestres e o falso evangelho pregado por eles, e, por conta disso, estavam desobedecendo e abandonando o evangelho da graça (vs.1). O apóstolo já havia deixado claro aos gálatas todas as implicações necessárias do evangelho (1.8-9).

Nos versículos 2-5, Paulo recorda e continua admoestando os gálatas, afirmando que eles receberam o Espírito Santo não porque o buscaram ou pela obediência a lei, mas através da pregação do evangelho e pela fé, que é um dom de Deus conferido ao homem, que o habilita a crer para a salvação e comunhão com Ele mediante Cristo (Ef 2.8-9). Continuando, o apóstolo assevera que é uma tolice abandonar o verdadeiro evangelho da graça de Deus para seguir outro evangelho baseado nas atitudes do homem para obter a salvação e as bênçãos provenientes de Deus.

Assim sendo, vejamos, pois,

  1. Duas advertências solenes (3.1)

1.1 O abandono do evangelho é uma estupidez cabal (vs.1a)

Paulo inicia uma série de advertências aos gálatas, dizendo que eles estavam agindo de forma incoerente, sem discernimento – pois, abandonar o evangelho da graça para seguir o falso evangelho das obras –, era praticamente loucura.

A palavra insensatos ανόητοι (anoetos), no grego, descreve uma pessoa tola e que age sem sabedoria.3 Essa palavra não somente denota uma incapacidade de pensar, mas também a falha em usar a mente para raciocinar.

Calvino observa que “a queda dos gálatas era mais uma questão de demência do que de ingenuidade”.4 John Stott ressalta que “o afastamento dos gálatas do evangelho era não apenas uma espécie de traição espiritual (1.6), mas também um ato de loucura (3.1).5

Destarte, “aqueles crentes que outrora haviam crido em Jesus e sido salvos pela graça, agora estavam retornando e colocando-se novamente debaixo do jugo da lei”.6 Paulo declara que este retroceder da fé dos gálatas é um ato extremo de pessoas sem juízo. (NTLH) Era como se ele dissesse: Ó gálatas sem juízo! (NTLH)

APLICAÇÃO PRÁTICA

Quando alguém conhece o verdadeiro evangelho da graça de Deus e retrocede na fé, voltando a professar uma doutrina contrária aos ensinamentos de Cristo que outrora defendia na época do engano do falso evangelho pregado por religiões pagãs e igrejas/seitas neopentecostais, tal pessoa perdeu a razão! Seria loucura também conhecer a verdade e continuar fazendo parte da membresia de igrejas/seitas que pregam o falso evangelho, sendo, portanto, omisso do verdadeiro evangelho.

1.2 Ouvir os falsos mestres é ser enganado pelo falso evangelho (vs.1b)

A palavra grega εβάσκανεν (abaskanen), traz a ideia de um “feitiço; significa enfeitiçar, lançar um encanto, procurar prejudicar alguém mediante um mau olhado ou por palavras malignas”.7 Nesta segunda exortação aos gálatas, Paulo assevera enfaticamente: Quem os enfeitiçou? (NVI, NBV) Ou quem foi que enfeitiçou vocês? (NTLH)

O apóstolo sublinha que, pelo fato de se atentarem ao que os falsos mestres ensinavam, os gálatas estavam, na verdade, enfeitiçados, enganados, completamente cegos pela mentira do falso evangelho. Hendriksen corrobora que “os gálatas não se deram conta que um Cristo suplementado é um Cristo suplantado”.8

Um Cristo diferente do Cristo apresentado pelo verdadeiro evangelho é um Jesus que nunca existiu. É um “Cristo” fabricado pela cobiça do homem para satisfazer suas próprias vontades egoístas!

APLICAÇÃO PRÁTICA

A base operante por trás do falso evangelho tem a sua origem em Satanás. O próprio diabo é o espírito mentiroso que age por meio dos falsos pastores, impelindo-os a ensinar a mentira e adulterarem e  o verdadeiro evangelho, tornando-o um falso evangelho sincrético, o qual tem corrompido e levado muitos crentes à perdição.

Mateus 7.15 – Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. (ARA)

24.11 – E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos… (ARC)

Versículo 24 – … porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. (ARA)

1 Timóteo 4.1-2 – O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Tais ensinamentos vêm de homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada. (NVI)

Grande parte da estupidez cristã para entender e aplicar o evangelho talvez se dê a esse feitiço causado pelo falso evangelho ensinado pelos falsos pastores.9 Por isso vemos muitos crentes enfeitiçados e presos no engano do diabo. Uma pungente e triste realidade em nossos dias!

1 João 4.1 – Amados, não creiam em qualquer espírito (doutrina, ensinamento), mas examinem os espíritos (ensinamentos) para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. (NVI)

  1. Evidências irrefutáveis da justificação pela fé (3.1-5)

A fim de provar a justificação pela fé na própria experiência de vida dos gálatas, Paulo inicia sua argumentação aduzindo cinco perguntas hipotéticas. Senão vejamos:

2.1 A redenção é observada pela fé (vs.1c)

O evangelho pregado por Paulo aos gálatas tinha como cerne a mensagem da cruz. Esta mensagem era tão viva, eloquente e poderosa que o Cristo crucificado foi mostrado a eles como que num autdoor.10

Matthew Henry acentua que “os gálatas tiveram a mensagem da cruz pregada a eles e a ceia do Senhor ministrada entre eles, e, em ambas, tinha sido exposto claramente o Cristo crucificado e a natureza dos seus sofrimentos”.11 Com efeito, eles creram, nasceram de novo, passaram a obedecer as suas implicações e, assim, se tornaram cristãos.

APLICAÇÃO PRÁTICA

A prova irrefutável de que uma pessoa foi justificada pela fé em Cristo reside na experiência de vida. A fé salvadora é indelevelmente manifestada pelas boas obras em consonância com o evangelho que cremos (Tg 2.17-18). Se não há atitudes que denotam o novo nascimento, tal pessoa não foi justificada pela fé, e, portanto, não faz parte da família de Deus.

2.2 A vida cristã começa pela fé (vs.2)

Indignado e também admirado pela ausência de juízo dos gálatas em estarem retrocedendo do evangelho da graça para o evangelho das obras pregado pelos falsos mestres, Paulo enuncia a seguinte pergunta: Quero apenas saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? (ARA)

No grego, a palavra saber μαθειν (manthano), significa “aprender por meio de informação, ser informado. E também denota entender, compreender algo”12 por meio de pesquisa. Com esta pergunta retórica, Paulo estava tentando entender (visto estar “admirado”) e fazer os gálatas entenderem como receberam o Espírito Santo: Obedecendo a lei ou por terem ouvido a mensagem do evangelho?

Em outras palavras, era como se o apóstolo dissesse: Eu quero apenas entender uma coisa. Vocês receberam o Espírito Santo pela observância da lei ou pela pregação do evangelho? “A nova vida de vocês foi o resultado do esforço para tentar agradar a Deus (através da lei)? Ou foi por terem aceitado a mensagem de Deus (pela fé)?” (Bíblia em Linguagem Contemporânea)

A própria experiência de vida cristã dos gálatas estava sendo questionada. Eles haviam recebido o Espírito Santo e a nova vida em Cristo não por intermédio da lei, mas pela fé no evangelho pregado por Paulo. John Macarthur diz que “ouvir a respeito da fé é, na verdade, ouvir com fé”.13 Paulo recorreu à própria salvação dos gálatas para refutar o falso ensino dos judaizantes de que é necessário cumprir a lei  para a salvação”.14

APLICAÇÃO PRÁTICA

Nenhuma pessoa pode tornar-se cristã sem o Espírito Santo, pois se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele (Rm 8.9). Entretanto, o Espírito nos é dado não pelas obras da lei, mas pela pregação da fé. Nossa entrada na família de Deus, quando recebemos o Espírito, é pela porta da fé e não pelas obras.15 A salvação acontece quando respondemos em fé a pregação do evangelho.

 2.3 O crescimento na vida cristã é pela fé (vs.3)

Os gálatas haviam começado bem a vida cristã. “Em sua experiência de conversão, eles haviam recebido o Espírito pela fé, não pelas obras da lei”.16  Contudo, após algum tempo, eles estavam retornando novamente ao jugo da lei. O termo carne aqui se refere à velha natureza humana decaída, o velho homem, a vida irregenerada (Rm 6.6; 11-14; 17-23). Adolph Pohl ratifica que “a carne é portadora daquele movimento para longe de Deus, que visa tornar-se independente na distância do Criador. Carne é o esforço de viver a partir das reservas e das próprias forças”.17

A ideia de que para crescer na vida cristã era necessário observar os preceitos da lei e os ritos judaicos impostos pelos falsos mestres (4.9-10), era uma atitude absurda e completamente irracional! Assim, Paulo novamente descreve os gálatas como “desmiolados”! Era como se ele dissesse: Será que vocês ficaram completamente loucos? Pois, se a tentativa de obedecer as leis judaicas nunca lhes deu vida espiritual no princípio, por que vocês pensam que a tentativa em obedecê-las agora fará vocês cristãos mais fortes? (NBV) Paulo quer dizer, portanto, que, abandonar o Espírito para regressar no sistema de obras impede que Ele prossiga a sua obra de aplicação dos benefícios da salvação. Com isso, os gálatas revelavam uma incrível sandice!

APLICAÇÃO PRÁTICA

A vida cristã é vivida no poder do Espírito pela fé de ponta a ponta. Todos os seus estágios são desenvolvidos pela fé, na força do Espírito, e não pelas obras.18 Hendriksen assinala que “os gálatas estavam começando a renunciar a Cristo como seu único e todo suficiente salvador”;19 estavam apostatando da fé.

Esta mesma história tem se repetido ao longo dos séculos. Por isso a mensagem de Paulo é atual, oportuna e urgente. Hoje, as velhas heresias do passado estão atualizadas. Elas têm enganado e corrompido muitos cristãos, levando-os a viverem um estilo de “vida cristã” completamente espúrio ao que a bíblia ensina.

Muitos cristãos pensam que a observância de certos preceitos ascéticos – como o jejum, a abstinência de algumas roupas, de assistir TV, de ir ao cinema, de praticarem esportes, e outras atividades que proporcionam o lazer – irão santificá-los e levá-los ao crescimento espiritual. Nenhuma prática devocional com “aparência religiosa” tem este poder (Cl 2.20-23). David Stern assegura que a obediência de forma legalista aos mandamentos de Deus é propriamente desobediência a lei.20

O crescimento na santificação é proveniente da ação do Espírito santo em nós. As disciplinas espirituais que o cristão observa são, na verdade, a evidência de que ele está sendo aperfeiçoado por Deus. Se não há crescimento espiritual, não há devoção; se há crescimento espiritual, há devoção (Fp 2.13).

2.4 O sofrimento é resistido pela fé (vs.4)

A palavra sofrestes επάθετεno (epáthete), no grego, significa, basicamente, padecer. “No sentido geral, denota ser afetado por algo de fora, ser influenciado, passar por uma experiência”.21 “A palavra pode significar experimentar o mal sofrendo, e também pode ser usada no sentido neutro de experimentar”.22

Conforme observamos, Paulo recorda aos gálatas do quanto eles haviam sofrido nas mãos dos pagãos e dos judeus fanáticos quando estavam começando a vida cristã (At 13.45,50; 14.2-6,19,22). Contudo, “se eles estavam se afastando do evangelho que no inicio abraçaram, todo este sofrimento havia sido inútil”.23 Foi em vão, desnecessário sofrer pelo evangelho!

APLICAÇÃO PRÁTICA

Sofrer pelo evangelho é privilégio glorioso. O sofrimento, quando visto e encarado na perspectiva de Deus, redunda em glórias a Ele e em peso de glória a nós (2 Co 2.17).

Romanos 8.18 – Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada. (NVI)

Quando somos perseguidos e maltratados por causa da nossa fé em Cristo, isto é agradável e glorifica a Deus, pois denota que estamos no caminho certo e sendo indizivelmente aperfeiçoados pelo nosso Senhor.

1 Pedro 2.19-21 – Porque é louvável que, por motivo de sua consciência para com Deus, alguém suporte aflições sofrendo injustamente. Pois que vantagem há em suportar açoites recebidos por terem cometido o mal? Mas se vocês suportam o sofrimento por terem feito o bem, isso é louvável diante de Deus. Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos. (NVI)

2.5 Os milagres que recebemos de Deus são pela fé (vs.5)

Paulo continua seu argumento incisivo aos gálatas em defesa da justificação pela fé, ao passo que demonstra espanto e indignação com mais uma pergunta hipotética: Aquele, pois, que vos concede o Espírito e que opera milagres entre vós, porventura, o faz pelas obras da lei ou pela pregação do evangelho? (ARA) Em outras palavras, será que Deus, que vos dá o seu Espírito e realiza tantos milagres entre vocês – faz tudo isso como resultado das suas tentativas de obediência as leis judaicas ou pela fé com a qual receberam a palavra? (NBV)

Há uma conexão aqui entre o dom do Espírito (a vida eterna) e os milagres. A palavra milagres aponta para o poder de Deus, enquanto o termo Espírito acentua a graça divina. Por outro lado, Espírito tem relação com milagres, e, neste caso, é realçado a manifestação do Espírito na realização de sinais e prodígios. De qualquer maneira, não seria equivocado entendermos a obra do Espírito aqui de forma mais abrangente.

Donald Guthirie afirma que o Espírito é essencialmente um dom, não pode ser merecido. As obras da lei representavam, portanto, um canal incongruente para receber um dom de semelhante fonte. Se for argumentado que tanto a lei quanto o Espírito têm sua origem em Deus, é necessário reconhecer que a diferença fundamental está em que a lei deve ser obedecida pelo esforço humano, e o Espírito recebido pela fé.24

O evangelho pregado por Paulo e barnabé na Gálacia não havia chegado apenas por meio de palavras sublimes que expressam o Cristo crucificado, mas com grande manifestação de curas e milagres (At 14.3). “Tanto a dádiva do Espírito como a operação de milagres chegaram até os gálatas pela pregação da fé, e não pelas obras da lei”.25

APLICAÇÃO PRÁTICA

É triste a realidade da igreja hodierna. Muitos crentes vivem não pela fé, mas pelas as atitudes. O falso evangelho imbuído na igreja evangélica ensina que, para obterem o favor de Deus, os cristãos precisam obedecer a “certas regras contidas na palavra de Deus”. Com efeito, são preceitos e doutrinas humanas de instituições religiosas. Mas não é isso que o verdadeiro evangelho ensina. Infelizmente, muitos cristãos estão presos neste obscuro e escravizador caminho do sincretismo evangélico.

Warren Wiersbe destaca que Deus continua a suprir o Espírito em poder e em bênção, e isso é feito pela fé, não pelas obras da lei. Esses milagres incluem transformações extraordinárias dentro da vida dos cristãos, bem como maravilhas no meio da igreja.26

 

 

Uma Defesa da Justificação pela Fé (2/2)

 

 

NOTAS:

  1. Hernandes Dias Lopes, Gálatas, pág 113.
  2. Ibid, pág 129.
  3. Fritz Rienecker e Cleon Rogers. Chave Linguística do Novo Testamento Grego, pág 375.
  4. João Calvino, Gálatas, pág 81.
  5. John Stott, A mensagem de Gálatas, pág 65.
  6. Hernandes Dias Lopes, Gálatas, pág 130.
  7. Fritz Rienecker e Cleon Rogers. Chave Linguística do Novo Testamento Grego, pág 375.
  8. Hendriksen, Gálatas, pág 120.
  9. John Stott, A mensagem de Gálatas, pág 65.
  10. Hernandes Dias Lopes, Gálatas, pág 132.
  11. Matthew Henry, Comentário bíblico do Novo Testamento.
  12. James Strong, Dicionário Grego do Novo Testamento, pág 2291.
  13. Bíblia de Estudo Macarthur. Notas de Rodapé, pág 1589.
  14. Ibid.
  15. Hernandes Dias Lopes, Gálatas, pág 134.
  16. Warren Wiersbe, Comentário Bíblico expositivo do Novo Testamento, pág 913.
  17. Adolph Pohl, Comentário Esperança – Gálatas, pág 119.
  18. Hernandes Dias Lopes, Gálatas, pág 134.
  19. Hendriksen, Gálatas, pág 122.
  20. David Stern, Comentário bíblico Judaico, pág 590.
  21. James Strong, Dicionário Grego do Novo Testamento, pág 2345.
  22. Fritz Rienecker e Cleon Rogers. Chave Linguística do Novo Testamento Grego, pág 375.
  23. Hernandes Dias Lopes, Gálatas, pág 135.
  24. Donald Guthirie, Gálatas, pág 117.
  25. Hernandes Dias Lopes, Gálatas, pág 135.
  26. Warren Wiersbe, Comentário Bíblico expositivo do Novo Testamento, pág 914.

 

 

Autor: Leonardo Dãmaso

Divulgação: Reformados 21

Leonardo Dâmaso
Leonardo Dâmaso

Mineiro, de Divinópolis. Criador e editor-chefe do Reformados 21. Servo de Cristo, músico, compositor, teólogo, escritor, apologista, tradutor e blogueiro. Faço parte da JET – Junta de Educação Teológica do IRSE – Instituto Reformado Santo Evangelho.