A Religião é a Causa das Guerras?

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INTRODUÇÃO

 

Ele julgará entre os povos e corrigirá muitas nações; estas converterão as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra (Isaías 2.4).

Com certeza, muitos conflitos ao longo da história têm sido ostensivamente por motivos religiosos, com muitas religiões diferentes envolvidas. Por exemplo, no Cristianismo, tem havido algumas. Vejamos, pois:

AS CRUZADAS

Uma série de campanhas entre os séculos XI e XIV, com o objetivo declarado de reconquistar a Terra Santa dos invasores muçulmanos e vir em auxílio do Império Bizantino.

As cruzadas foram tropas ocidentais enviadas a Palestina para recuperarem a liberdade de acesso dos cristãos a Jerusalém. A guerra pela Terra Santa, que durou do século XI ao XIV, foi iniciada logo após o domínio dos turcos seljúcidas sobre esta região considerada sagrada para os cristãos. Após domínio da região, os turcos passaram impedir ferozmente a peregrinação dos europeus, através da captura e do assassinato de muitos peregrinos que visitavam o local unicamente pela fé.

ORGANIZAÇÃO

Em 1095, Urbano II, em oposição a este impedimento, convocou um grande número de fiéis para lutarem pela causa. Muitos camponeses foram a combate pela promessa de que receberiam reconhecimento espiritual e recompensas da Igreja; contudo, esta primeira batalha fracassou e muitos perderam suas vidas em combate. Após a Primeira Cruzada, foi criada a Ordem dos Cavaleiros Templários, que tiveram importante participação militar nos combates das seguintes Cruzadas.

Após a derrota na 1ª Cruzada, outro exército ocidental, comandado pelos franceses, invadiu o oriente para lutar pela mesma causa. Seus soldados usavam, como emblema, o sinal da cruz costurado sobre seus uniformes de batalha. Sob a liderança de Godofredo de Bulhão, estes guerreiros massacraram os turcos durante o combate e tomaram Jerusalém, permitindo novamente livre para acesso aos peregrinos.

Outros confrontos deste tipo ocorreram, mas somente o sexto embate (1228 – 1229) ocorreu de forma pacífica. As demais serviram somente para prejudicar o relacionamento religioso entre ocidente e oriente. A relação dos dois continentes ficava cada vez mais desgastada devido à violência e a ambição desenfreada que havia tomado conta das cruzadas; por isso o clero católico nada podia fazer para controlar a situação.

Embora não tenham sido bem sucedidas, ao ponto de até crianças terem feito parte e morrido por este tipo de luta, estes combates atraíram grandes reis como Ricardo I, também chamado de Ricardo Coração de Leão e Luís IX.

 

RELAÇÃO DE TODAS AS CRUZADAS MEDIEVAIS

Cruzada Popular ou dos Mendigos (1096).

Primeira Cruzada (1096 a 1099).

Cruzada de 1101.

Segunda Cruzada (1147 a 1149).

Terceira Cruzada (1189 a 1192).

Quarta Cruzada (1202 a 1204).

Cruzada Albigense (1209 a 1244).

Cruzada das Crianças (1212).

Quinta Cruzada (1217 a 1221).

Sexta Cruzada (1228 a 1229).

Sétima Cruzada (1248 a 1250).

Cruzada dos Pastores (1251 a 1320).

Oitava Cruzada (1270).

Nona Cruzada (1271 a 1272).

Cruzadas do Norte (1193 a 1316).

 

CONSEQUÊNCIAS

Elas proporcionaram também o renascimento do comércio na Europa. Muitos cavaleiros, ao retornarem do Oriente, saqueavam cidades e montavam pequenas feiras nas rotas comerciais. Houve, portanto, um importante reaquecimento da economia no Ocidente. Estes guerreiros inseriram também novos conhecimentos, originários do Oriente, na Europa, através da influente sabedoria dos sarracenos. Não podemos deixar de lembrar que as Cruzadas aumentaram as tensões e hostilidades entre cristãos e muçulmanos na Idade Média. Mesmo após o fim das Cruzadas, este clima tenso entre os integrantes destas duas religiões continuou.

Já no aspecto cultural, as Cruzadas favoreceram o desenvolvimento de um tipo de literatura voltado para as guerras e grandes feitos heróicos. Muitos contos de cavalaria tiveram como tema principal estes conflitos.

CURIOSIDADE

A expressão “Cruzada” não era conhecida nem mesmo foi usada durante o período dos conflitos. Na Europa, eram usados termos como Guerra Santa e Peregrinação, para fazerem referência ao movimento de tentativa de tomar a “terra santa” dos muçulmanos.

AS GUERRAS RELIGIOSAS FRANCESAS

Uma sucessão de guerras na França durante o século 16 entre os católicos e os protestantes huguenotes. As Guerras religiosas na França constituem uma série de oito conflitos que devastaram o reino da França na segunda metade do século XVI, opondo católicos e protestantes, marcando um período de declínio do país.

ANTECEDENTES

O desenvolvimento do humanismo no renascimento permitiu o florescimento de um pensamento crítico e individualista, sendo um fator importante para o surgimento de uma corrente da Reforma na França, embora outros fatores devam ser considerados, como a ignorância do clero, a vida pouco exemplar dos clérigos e o acúmulo de privilégios eclesiásticos, como causas da contestação dos princípios tradicionais da religião cristã ensinados pela Igreja de Roma.

Vale ressaltar que o Catolicismo também sofreu um importante processo de reforma em que as causas, apesar de não estarem totalmente ligadas à Reforma protestante (há “reformas” na Igreja desde o século XI, por exemplo, a Reforma Gregoriana), foram apressadas por essa. Ao catolicismo tradicional, se opôs o protestantismo, oposição esta que na França desembocou em uma terrível guerra civil. Evidentemente, tais perturbações de motivação religiosa supõem também enfrentamentos políticos, lutas sociais e divergências culturais em um contexto europeu extremamente tenso.

PERÍODOS DE CONFLITOS

As guerras religiosas ocorreram entre 1562 e a promulgação do Édito de Nantes (1599), entrecortadas por curtos períodos de paz, conforme se segue:

 

Primeira: 1562 – 1563.

Segunda: 1567 – 1568.

Terceira: 1568 – 1570.

Quarta: 1572 – 1573.

Quinta: 1574 – 1576.

Sexta: 1576 – 1577.

Sétima: 1579 – 1580.

Oitava: 1585 – 1598.

 

Todavia, ainda haveria prolongamentos desses conflitos ao longo dos séculos XVII (O Cerco de La Rochelle), ou nas suas formas portuguesas de Rochela ou de Arrochela, ordenada por Luís XIII de França, e comandado pelo Cardeal de Richelieu. Começa em 10 de Setembro de 1627, acabando com a capitulação da cidade, em 28 de Outubro de 1628, e novas perseguições aos protestantes, após a revogação do Édito de Nantes, em 1685. O Édito de Nantes ou Edito de Nantes foi um documento histórico assinado em Nantes a 13 de abril de 1598 pelo rei da França Henrique IV. O édito concedia aos huguenotes a garantia de tolerância religiosa após 36 anos de perseguição e massacres por todo o país, com destaque para o Massacre da noite de São Bartolomeu de 1572.

Com este édito, ficava estipulado que a confissão católica permanecia como a religião oficial do Estado, mas era agora oferecida aos calvinistas franceses a liberdade de praticarem o seu próprio culto. (nos séculos XVI e XVII o édito ficou conhecido como “édito de pacificação”).

No século XVIII ocorreu a Guerra dos Camisards. Camisards eram protestantes calvinistas franceses (huguenotes”) da região de Cevenas, no centro-sul da França, que levantaram uma insurreição contra as perseguições que se seguiram após o Édito de Fontainebleau. O édito de Fontainebleau foi um decreto histórico assinado em outubro de 1685 pelo rei Luis XIV, da França, pelo qual revogava o édito de Nantes de 1598, que ordenava a destruição de igrejas huguenotes e o fechamento de escolas protestantes. Como resultado, um grande número de protestantes – estimativas varia entre 200 – 500 mil, deixaram a França nas duas décadas seguintes, procurando refúgio na Inglaterra, nas Províncias Unidas (nos atuais Países Baixos), África do Sul, Dinamarca e em territórios que hoje pertencem a Alemanha e Estados Unidos. Em 1685, a revolta dos Camisards eclodiu em 1702 com o pior dos combates. Em 1704, houve batalhas dispersas até 1710 e um tratado de paz em 1715, até o Édito de tolerância (1787), sob Luís XVI, considerado como um marco do fim dos confrontos. “O édito de tolerância de 29 de novembro de 1787, também chamado édito de versalhes, foi um ato de Luís XVI, que concedia aos protestantes o direito ao registro civil que marca o fim das perseguições aos huguenotes.

A GUERRA DOS TRINTA ANOS

Outra guerra entre católicos e protestantes durante o século 17 no território que é hoje a Alemanha. A Guerra dos Trinta Anos (1618 – 1648) é a denominação genérica de uma série de guerras que diversas nações europeias travaram entre si a partir de 1618, especialmente na Alemanha, por motivos variados, como rivalidades religiosas, dinásticas, territoriais e comerciais.

As rivalidades entre católicos e protestantes e assuntos constitucionais germânicos foram gradualmente transformados numa luta europeia. Apesar de os conflitos religiosos serem a causa direta da guerra, ela envolveu um grande esforço político do Império Sueco e da França para procurar diminuir a força da dinastia dos Habsburgos, que governavam a Monarquia de Habsburgo (futuro Império Austríaco).

As hostilidades causaram sérios problemas econômicos e demográficos na Europa Central, e tiveram fim com a assinatura em 1648 de alguns tratados (Munster e Osnabrück) que, em bloco, são chamados de Paz de Westfália.

Os conflitos religiosos ocorridos na Alemanha e solucionados em 25 de setembro de 1555 com a assinatura da Paz de Augsburgo inauguraram um período no qual cada príncipe podia impor sua crença aos habitantes de seus domínios. O equilíbrio manteve-se enquanto os credos predominantes restringiam-se à religião católica e luterana, mas o advento do calvinismo complicaria o cenário.

Considerada uma força renovadora, a nova linha religiosa conquistou diversos soberanos. Os jesuítas e a Contrarreforma, por outro lado, contribuíram para que o catolicismo recuperasse forças. Assim nasceu o projeto expansionista dos Habsburgos, idealizado por Fernando, duque de Estíria, que fora educado pelos jesuítas. O perigo ameaçava tanto as potências protestantes no norte como a vizinha França.

O IMPERADOR RODOLFO II

À medida que o conflito se desenhava, a luta estava sendo influenciada por muitos outros temas colaterais, tais como as rivalidades e ambições dos príncipes alemães e a teimosia de alguns dirigentes europeus, sobretudo dos franceses e suecos, em abater o poderio do catolicíssimo Sacro Império Romano-Germânico, o instrumento político da família dos Habsburgos.

Esta conjuntura fora desencadeada na segunda metade do século XVI pelas fraquezas do Tratado de Augsburgo, um acordo concluído em 1555 entre o Sacro Império católico e a Alemanha luterana.

As tensões religiosas agravaram-se na Alemanha no decurso do reinado do imperador Rodolfo II (1576 – 1612), período durante o qual foram destruídas muitas igrejas protestantes. A liberdade religiosa dos crentes protestantes foi limitada, nomeadamente relativa à liberdade de culto, os oficiais do governo lançaram as bases do Tratado de Augsburgo. A Paz de Augsburgo foi um tratado assinado entre Carlos V e as forças da Liga de Esmalcalda em 25 de setembro de 1555 na cidade de Augsburgo, na atual Alemanha.

O resultado da Paz de Augsburgo foi o estabelecimento da tolerância oficial dos luteranos no Sacro Império Romano-Germânico. De acordo com a política de “Cujus regio, eius religio”, uma frase latina que significa literalmente “De quem (é) a região, dele (se siga) a religião”, ou seja, os súditos seguem a religião do governante. A religião (católica ou luterana) do príncipe (príncipe-eleitor) da região seria aquela à qual os súditos desse príncipe deveriam se converter.

Foi concedido um período de transição no qual os súditos puderam escolher se não preferiam mudar-se com a família para uma região governada por um príncipe da religião de sua escolha (Artigo 24: “No caso dos nossos súditos, quer pertencentes à velha religião ou à confissão de Augsburgo que pretendem deixar suas casas com suas mulheres e crianças por forma a assentar noutra, eles não serão impedidos quer na venda do seu imobiliário desde que pagas às devidas taxas, nem magoados na sua honra”).

Apesar de a Paz de Augsburgo ter sido moderadamente bem-sucedida em aliviar a tensão no império e ter aumentado a tolerância, ela deixou coisas importantes por fazer. Nem os anabatistas nem os calvinistas ficaram protegidos sob esta paz; muitos grupos protestantes viviam sob o domínio de um príncipe luterano ainda se encontravam em perigo de acusação de heresia.

(Artigo 7: “No entanto, todas as religiões que não aquelas duas mencionadas acima não serão incluídas na presente paz, e estão totalmente excluídas dela”).

A tolerância não foi oficialmente estendida a calvinistas antes do Tratado de Westfália (A chamada Paz de Westfália ou de Vestefália), também conhecida como os Tratados de Munster e Osnabrück (ambas as cidades atualmente na Alemanha), designa uma série de tratados que encerraram a Guerra dos Trinta Anos e também reconheceram oficialmente as Províncias Unidas e a Confederação Suíça em 1648, que criou condições para o refortalecimento do poder católico.

Com a fundação da União Evangélica em 1608, uma aliança defensiva protestante dos príncipes e das cidades alemãs, e a criação no ano seguinte da Liga Católica, uma organização semelhante, mas dos católicos romanos, tornava-se inevitável o recurso à guerra para tentar resolver o conflito latente, o qual foi desencadeado pela secção da Boêmia da União Evangélica.

Esta lista não é de forma alguma exaustiva. Além disso, pode-se adicionar a Rebelião Taiping. A Rebelião Taiping (1851 – 1864) foi um dos conflitos mais sangrentos da história, um confronto entre as forças da China imperial e um grupo inspirado por um místico autoproclamado chamado Hong Xiuquan (ou Hung Hsiu-ch’uan) (1813 – 1864), que se dizia cristão e também se intitulava irmão de Jesus Cristo. Seu objetivo era criar uma nova cultura, substituindo a tradição confucionista e budista por algo “novo”, moldado conforme as suas ideias; e o Conflito da Irlanda do Norte. O Cristianismo tem certamente sido um fator em muitos conflitos ao longo de sua história de 2.000 anos.

No Islamismo, vemos o conceito de jihad, ou “guerra santa”. A palavra jihad significa, literalmente, “luta”, mas o conceito tem sido usado para descrever a guerra na expansão e defesa do território islâmico. A guerra quase contínua no Oriente Médio ao longo do último meio século. Certamente tem contribuído para a ideia de que a religião é a causa de muitas guerras. Os ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos têm sido vistos como uma luta “jihad” contra o “Grande Satã” América, que, aos olhos muçulmanos, é quase sinônimo do Cristianismo. No Judaísmo, as guerras de conquista narradas no Antigo Testamento (em especial o livro de Josué), sob o comando de Deus, conquistaram a Terra Prometida.

O ponto é bem óbvio de que a religião tem certamente exercido um papel significativo em grande parte do combate na história humana. No entanto, isso prova a afirmação feita pelos críticos da religião de que a própria religião é a causa da guerra? A resposta é “sim” e “não”. “Sim”, no sentido de que, como uma causa secundária, a religião, pelo menos na superfície, tem sido o ímpeto por trás de muitos conflitos. Porém, a resposta é “não” no sentido de que a religião não é a causa principal da guerra.

Para demonstrar isso, vamos examinar o século 20. De acordo com todos os registros, o século 20 foi um dos séculos mais sangrentos da história da humanidade. Duas grandes guerras mundiais, que nada tinham a ver com a religião, o Holocausto judeu e as revoluções comunistas na Rússia, China, Sudeste da Ásia e Cuba, foram responsáveis por cerca de 50 – 70 milhões de mortes (alguns estimam bem perto de 100 milhões). A única coisa que esses conflitos e genocídios têm em comum é o fato de que eram de natureza ideológica e não religiosa.

Poderíamos facilmente argumentar que mais pessoas morreram ao longo da história humana devido a ideologia do que a religião. A ideologia comunista exige governar sobre os outros. A ideologia nazista exige a eliminação de raças “inferiores”. Essas duas ideologias, quando combinadas, são responsáveis pela morte de milhões de pessoas e a religião não tem nada a ver. Na verdade, o comunismo é, por definição, uma ideologia ateísta.

A religião e a ideologia são as duas causas secundárias para a guerra. No entanto, a principal causa para toda guerra é o pecado.

CONSIDERE AS SEGUINTES PASSAGENS:

De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne? Cobiçais e nada tendes; matais, e invejais, e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras. Nada tendes, porque não pedis; pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres (Tiago 4: 1 – 3).

Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias (Mateus 15:19).

Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? (Jeremias 17:9).

Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração (Gênesis 6:5).

QUAL É O TESTEMUNHO DA ESCRITURA QUANTO A PRINCIPAL CAUSA DA GUERRA?

É o nosso coração mau. A religião e a ideologia são simplesmente os meios através dos quais exercitamos a maldade em nossos corações. Pensar como muitos ateus sinceros fazem, que se pudermos retirar a nossa “necessidade para a prática da religião” poderemos de alguma forma criar uma sociedade mais pacífica, é ter uma visão equivocada da natureza humana. O testemunho da história humana é que se removermos a religião, outra coisa tomará o seu lugar, e essa coisa nunca será positiva. A realidade é que a verdadeira religião mantém a humanidade caída em certa ordem, pois sem ela, a maldade e o pecado reinariam de modo supremo.

Mesmo com a influência da verdadeira religião, o Cristianismo, nunca teremos paz na era atual. Não há um dia sequer sem um conflito em algum lugar do mundo. A única cura para a guerra é o Príncipe da Paz, Jesus Cristo! Quando Cristo retornar, como prometeu, Ele vai dar um fim a esta era atual e estabelecer a paz eterna.

Ele julgará entre os povos e corrigirá muitas nações; estas converterão as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra (Isaías 2:4).

 

CONCLUSÃO

Agora que fomos aceitos por Deus pela fé, temos paz com Ele por meio do nosso Senhor Jesus Cristo. Foi Cristo quem nos deu, por meio da fé, esta vida na graça de Deus. E agora continuamos firmes nessa graça e nos alegramos na esperança de participar da glória de Deus. E também nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência, a paciência traz a aprovação de Deus, e essa aprovação cria a esperança. Essa esperança não nos deixa decepcionados, pois Deus derramou o Seu amor em nosso coração, por meio do Espírito Santo, que Ele nos deu  (Romanos 5:1 – 5). Justificados, temos paz com Deus! Amém.

 

 

Autor: Plínio Sousa

Divulgação: Reformados 21

 

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