80 razões porque o cristão não pode perder a salvação (3/4)

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41) Mateus 28.20 – Jesus está com o crente todos os dias até o fim dos séculos.

42) Romanos 8.1 – Nenhuma condenação há para o crente (Romanos 8.33, 34).

“Agora, pois”, retrocede ao último versículo de (7.25). Uma vez que a libertação vem por meio de Jesus Cristo, não existe nenhuma condenação (que envolva castigo ou destino eterno) para os que estão em Cristo Jesus. Aqueles que estão em Cristo não são condenados, porque Cristo foi condenado em lugar deles. Não haverá nenhum castigo para eles, porque Cristo levou esse castigo.

Através de todo este capítulo, duas palavras se repetem e ocorrem várias vezes. Estas duas palavras são carne (sarx) e espírito (pneuma). Não entenderemos a passagem a menos que compreendamos o modo em que Paulo usa estas palavras.

(1) Em primeiro lugar, tomemos a palavra sarx. Literalmente significa carne. A mais superficial leitura das cartas de Paulo mostrará quão freqüentemente usa o termo, e como o usa em um sentido que lhe é totalmente próprio. Em termos gerais, usa-a de três maneiras diferentes:

(a) Usa-a em sentido totalmente literal. Fala de circuncisão na carne (Romanos 2.28). Isto significa simplesmente a circuncisão corporal.

(b) Várias vezes usa a frase kata sarka, que significa literalmente segundo a carne. Mais frequentemente esta frase significa olhar as coisas de um ponto de vista humano. Por exemplo, Paulo diz que Abraão é nosso antecessor, kata sarka, segundo a carne, que é do ponto de vista humano. Diz que Jesus é filho de Davi, kata sarka, segundo a carne (Romanos 1.3). Quer dizer, pelo lado humano de sua ascendência, Jesus é filho de Davi. Fala dos judeus como seus parentes, kata sarka (Romanos 9.3). Isto quer dizer, falando de relações humanas e em termos humanos, os judeus são parentes de Paulo. Quando Paulo usa a frase kata sarka, indica sempre que está considerando as coisas do ponto de vista humano.

(c) Mas Paulo tem um uso do termo sarx que lhe é totalmente próprio. Quando está falando dos cristãos, fala dos dias em que estava na carne (em sarki) (Romanos 7.5). Fala daqueles que andam segundo a carne em oposição aqueles que vivem a vida cristã (Romanos 8.4 – 5). Diz que aqueles que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus (Romanos 8.8). Diz que o ocupar-se da carne é morte, e que esta é hostil a Deus (Romanos 8.6 – 8). Fala a respeito de viver segundo a carne (Romanos 8.12). Diz a seus amigos cristãos: “Vós não viveis segundo a carne” (Romanos 8.9, Reina-Valera 1995). Agora, é evidente, especialmente no último exemplo, que Paulo não está usando o termo carne simplesmente no sentido do corpo, como nós dizemos carne e sangue. Como o usa, então? Quando Paulo usa o termo carne desta maneira, se refere realmente à natureza humana em toda sua fraqueza, sua impotência e seu desamparo. Refere-se à natureza humana em sua vulnerabilidade ao pecado e à tentação. Refere-se aquela parte do homem que dá ao pecado sua oportunidade e sua cabeça de ponte. Ele se refere à natureza humana pecaminosa sem Cristo e sem Deus. Significa todas as coisas que atam o homem ao mundo em lugar de Deus. Viver segundo a carne é viver uma vida mundana, viver uma vida dominada pelos ditados e desejos da pecaminosa natureza humana em lugar de uma vida dominada pelos ditados de Deus e seu amor. A carne é o lado mais baixo da natureza do homem. Deve-se notar cuidadosamente que quando Paulo pensa a respeito do tipo de vida que vive um homem dominado pela carne, sarx, não está de maneira nenhuma pensando exclusivamente em pecados sexuais e corporais. Não está pensando absolutamente no que chamamos pecados carnais. Quando dá uma lista das obras da carne, em Gálatas 5.19 – 21, inclui os pecados sexuais e corporais; mas também inclui idolatria, ciúmes, iras, lutas, heresias, invejas, homicídios. A carne, para Paulo, não era algo físico; era algo espiritual. A carne era a natureza humana com todo seu pecado e fraqueza, impotência e frustração; a carne é tudo o que o homem é sem Deus e sem Cristo.

(2) Vem a palavra Espírito. Só neste capítulo, a palavra Espírito aparece não menos de trinta vezes. Agora, a palavra Espírito tem um pano de fundo bem definido no Antigo Testamento. Em hebraico, o termo é ruach, e contém duas ideias básicas. (a) Ruach não somente quer dizer Espírito; também quer dizer vento. Leva sempre implícita a ideia de poder, poder como o de um poderoso vento impetuoso.

(b) Ruach, no Antigo Testamento, sempre expressa a ideia de algo que é mais que humano, algo que não é do homem e não está ao alcance do homem. Para Paulo, Espírito representava um poder divino. Assim, Paulo diz nesta passagem que houve um tempo em que o cristão, antes de ser cristão, estava à mercê de sua própria natureza humana pecaminosa. Neste estado, a Lei tinha chegado a ser simplesmente algo que o movia a pecar, e neste estado ia de mal a pior, derrotado e frustrado. Mas, quando chegou a ser cristão, entrou em sua vida o impetuoso poder do Espírito de Deus, e, porque agora havia em sua vida um poder que não era dele, entrou em uma vida vitoriosa em lugar de uma existência derrotada.

Na segunda parte da passagem, Paulo fala do efeito da obra de Jesus sobre nós. É uma passagem muita complicada e difícil, mas o ponto a que Paulo quer chegar é o seguinte: recordemos que começou tudo isto dizendo que todos os homens pecaram em Adão. Vimos como a concepção judia da solidariedade fez possível a Paulo arguir que, literalmente, todos os homens pecaram em Adão e que todos estavam envoltos naquele pecado e sua consequência — a morte.

Mas este quadro tem outro lado. Jesus veio a este mundo. Veio como um homem. Veio com uma natureza total e verdadeiramente humana. Vivendo como homem foi sem pecado. Derrotou o pecado. Condenou o pecado. Nele o pecado foi vencido e conquistado. E levou uma vida de perfeita obediência a Deus, de perfeito cumprimento da Lei de Deus. Agora, porque Jesus foi completamente homem, exatamente como nós fomos um com Adão, agora somos um com Ele; e, exatamente como estávamos envoltos no pecado de Adão, estamos envoltos na perfeição de Jesus. NEle, a humanidade cumpriu a Lei de Deus, exatamente como em Adão a humanidade a quebrantou. NEle, a humanidade rendeu a Deus perfeita obediência, exatamente como em Adão a humanidade mostrou a Deus uma fatal desobediência. Os homens são salvos porque uma vez estiveram envoltos no pecado de Adão, mas agora estão envoltos na bondade de Jesus. Este é o argumento de Paulo, e para ele e para aqueles que o escutavam, era totalmente convincente, por mais difícil que seja para nós compreendê-lo. Porque o que Jesus fez abre aos cristãos uma vida que já não está dominada pela carne, pela pecaminosa e impotente natureza humana, mas uma vida que está dominada por esse Espírito de poder, esse Espírito de Deus, que enche o homem de um poder que não é dele. Elimina-se o castigo do passado, assegura-se a fortaleza para o futuro.

43) Romanos 8.30 – Sendo justificado, o crente também será glorificado.

Os verbos chamou, justificou e glorificou relacionam-se com o plano (eterno conselho de Deus) e a execução do Seu propósito. Tendo Deus um plano ou propósito – resumir todas as coisas, reuni-las em Cristo, as coisas do céu e da terra (Efésios 1.10, 11), Ele é capaz de operar conjuntamente para o bem daqueles que O amam. A ênfase que Paulo dá aqui está no que Deus faz pelos muitos irmãos. A única resposta humana mencionada é o amor a Deus.

44) Romanos 8.28 – Todas as coisas cooperam para o bem do crente (Gênesis 50.20).

Paulo começa com um axioma básico: Sabemos. Depois ele declara esta verdade: Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Paulo coloca a frase “aqueles que amam a Deus” primeiro, para que não haja dúvidas sobre os que estão envolvidos nas “coisas que cooperam para o bem”. Essas coisas são para aqueles que continuamente expressam amor a Deus, tanto por meio de atitude quanto por atos. Mais adiante eles são definidos como aqueles que são chamados segundo o propósito (plano ou decreto). A chamada e a eleição são colocados lado a lado em 2 Tessalonicenses 2.13,14 e em 2 Pedro 1.10. A chamada pode ser focalizada sobre o destino eterno (2 Tessalonicenses 2.14) ou sobre a vida terrena de liberdade e santidade (Gálatas 5.13; 1 Tessalonicenses 4.7).

45) Romanos 8.35 – 39 – Nada poderá separar o crente do amor de Deus (João 13.1).

Obstáculos formidáveis não podem nos separar do amor que Cristo nos dispensa. Essas dificuldades são tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo ou espada (isto é, a morte violenta). O apóstolo cita Salmos 44.22 para mostrar quais as dificuldades que o povo de Deus tem de enfrentar. Sua conclusão é que em todas essas dificuldades somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou. O significado aqui é o seguinte: “Estamos no processo de alcançar a vitória”. Nas pressões externas da vida podemos obter a vitória por meio daquele que nos amou. Estamos vencendo, não através de nossa própria força ou talento, mas por meio de Cristo.

46) 1 Coríntios 3.15 – O crente infiel será salvo como pelo fogo (1 Coríntios 5.1 – 5; 11.29 – 32).

Assim João Calvino define 1 Coríntios 3.15:

Não há dúvida de que Paulo está falando dos que, embora retenham sempre o fundamento, misturam feno com ouro, restolho com prata, madeira com pedras preciosas. Em outros termos, aqueles que edificaram sobre Cristo, porém, em razão da enfermidade da carne, deram espaço a algum conceito humano, ou motivado pela ignorância, se desviaram, até certo ponto, da estrita pureza da Palavra de Deus. Muitos dos santos fizeram isso – Cipriano, Ambrósio, Agostinho e outros. O leitor pode adicionar também, caso o queira, os que se acham mais próximos de nossos próprios dias Gregório e Bernardo, bem como outros como eles, cujo propósito era edificar sobre Cristo, mas que, infelizmente, às vezes retrocediam do correto sistema de construir.

Paulo afirma que pessoas como essas podem ser salvas, porém sobre esta condição: se o Senhor apagar sua ignorância e purificá-la de toda impureza; e isso é o que significa a frase “como por meio do fogo”. Portanto, sua intenção é sugerir que ele mesmo não os priva da esperança da salvação, contanto que espontaneamente aceitem a perda da obra que empreenderam e sejam purificados pela mercê divina, tal como o ouro é refinado na fornalha. Além do mais, ainda que Deus às vezes purifique seu povo por meio de sofrimentos, tomo o termo fogo aqui no sentido de o teste feito pelo Espírito. É assim que Deus corrige e destrói a ignorância de seu povo, pela qual pode ser controlado por algum tempo. Sei muito bem que muitos aplicam isso à cruz, porém estou certo de que minha interpretação satisfará a todos quantos desfrutam de são juízo.

Podemos concluir forjando uma réplica, breve, a ser direcionada para os papistas que usam esta passagem em apoio do purgatório. Seu ponto de vista é que os pecadores, a quem Deus perdoa, passam pelo fogo a fim de que sejam salvos. Então, por esse caminho eles sofrem o castigo de Deus a fim de que sua justiça seja aperfeiçoada. Prefiro omitir aqui seus inumeráveis comentários sobre o montante de castigo e sobre o livramento dele. Pergunto, porém: quem de fato são aqueles que passam pelo fogo? Paulo está peremptoriamente falando somente de ministros. “Mas”, dizem eles, “a mesma consideração se aplica a todos”. Como a dizer: Deus é certamente o melhor juiz, não nós! Mas, mesmo que lhes fizesse tal concessão, quão infantilmente se aferram à palavra fogo. No entanto, qual é o propósito do fogo senão o de consumir o feno e a palha e, em contrapartida, o de provar o ouro e a prata? Querem dizer, porventura, que as doutrinas são discernidas pelo fogo de seu purgatório? Quem ainda não descobriu o quanto a verdade se distingue da falsidade? Além disso, quando esse dia chegará, em cuja luz a obra de cada um será exibida? Começou com o princípio do mundo e prosseguirá até seu término? Se restolho, feno, ouro e prata são empregados metaforicamente, que limites a conceder, que sorte de correspondência haverá entre as diferentes sentenças, se fogo não é usado metaforicamente? Nem mais um passo com tais futilidades, porque seus absurdos prontamente saltam aos olhos! Quanto a mim, acredito que a real intenção do apóstolo já ficou sobejamente estabelecida.

47) 1 Coríntios 1.8 – O crente será confirmado até o fim (Romanos 1.16; Romanos 16.25; 2 Tessalonicenses 3.3).

48) Filipenses 1.6 – Deus mesmo terminará a obra no crente (Filipenses 2.13).

No versículo 6, Paulo diz que confia em que Deus, que começou a boa obra nos filipenses, continue-a e a complete de tal maneira que estejam preparados para o dia de Cristo. Há aqui na linguagem grega uma figura que não é possível reproduzir na tradução. O problema está nas palavras que Paulo usa para começar (ἐναρξάμενος – enarxamenos) e para completar (ἐπιτελέσει – epitelesei) – ambos são termos técnicos para indicar o começo e o final de um sacrifício. No sacrifício grego havia um rito inicial. Acendia-se uma tocha sobre o altar que era submersa chamejante numa fonte de água. Desta maneira, a chama sagrada purificava a água, e a água purificada era aspergida sobre o povo e sobre a vítima para fazê-los santos e puros. Então, se continuava com o que se conhecia como eufemia: o silêncio sagrado em que o adorador orava a seu deus. Finalmente, se trazia uma cesta de cevada; alguns grãos eram esparramados sobre a vítima e sobre o piso ao seu redor. Isto era levado a cabo no começo do sacrifício. O termo técnico para esta realização era o verbo “enarxamenos”, que Paulo usa aqui. O verbo usual para completar o ritual do sacrifício e realizar um serviço com toda perfeição e em seus detalhes mais mínimos era “epitelesei”. Também Paulo o usa aqui para completar. Toda a frase que Paulo redige se move na atmosfera do sacrifício; as palavras e as imagens são sacrificiais. Assim, pois, Paulo considera a vida de cada cristão como um sacrifício preparado para oferecer-se a Jesus Cristo. É a mesma imagem que encontramos em Romanos, onde se diz que os fiéis ofereçam seus corpos como um sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus (Romanos 12.1). A vinda de Cristo será semelhante a de um rei. Em tal ocasião, os súditos de um rei se sentem obrigados a apresentar-lhe oferendas como objeto de lealdade e amor. O único dom que Jesus Cristo deseja de nós está em nós mesmos e em nossas vidas. Deste modo, a tarefa suprema da vida não é outra coisa senão dispor de nossa vida para oferecê-la a Jesus Cristo. Somente a graça de Deus nos dá esta capacidade. Desde o momento em que empreendemos o caminho cristão a graça de Deus, começa também a nos dispor como um sacrifício perfeito que se oferece a Jesus Cristo. E, se continuamos permitindo que sua graça trabalhe em nós, esta graça completará sua obra para que cheguemos a ser o sacrifício perfeito.

49) Colossenses 3.3 – A vida do crente está escondida com Cristo em Deus.

A vida do cristão está escondida com Cristo em Deus. O que está escondido fica encoberto ou oculto e não se vê. O mundo não pode reconhecer o cristão; a verdadeira grandeza do cristão está escondida para o mundo. Paulo continua: “Vem o dia em que Cristo voltará em glória e naquele dia o cristão, a quem ninguém reconheceu, participará dessa glória, e será evidente aos olhos de todos”. Em certo sentido Paulo diz — e o diz de verdade — que virá um dia em que os veredictos da eternidade inverterão os veredictos do tempo, e os juízos de Deus os juízos dos homens.

O cristão não só morreu, mas também ressuscitou com Cristo. Em sua experiência real ele reside “nos lugares celestiais” (Efésios 2.6). A velha dispensação ainda se manifesta no cristão individual – ele peca, fica doente, morre; a nova dispensação permanece oculta, apenas realizada no corpo do Salvador.

50) Efésios 5.27 – A igreja será sempre irrepreensível (2 Coríntios 11.2; 1 Coríntios 12.26, 27).

51) 1 Tessalonicenses 5.1 – 10 – O crente não será surpreendido na vinda do Senhor.

52) 2 Timóteo 2.13 – O crente infiel será salvo pela fidelidade de Deus (Romanos 3.3).

“Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo” – 2 Timóteo 2.13 (cf. 1 Coríntios 3.15).

53) Hebreus 13.5 – O crente jamais será abandonado por Deus.

“… Nunca o deixarei, nunca o abandonarei” – Hebreus 13.5.

54) 1 João 5.1 – O crente é nascido de Deus, e não pode “desnascer”

1) Como nascidos de Deus, amamos os irmãos 5.1 – 3.

1 – Os gnósticos negavam que Jesus de Nazaré fosse o Cristo. João toma a fé nesta verdade em teste essencial do nascido de Deus. Quem o gerou é Deus. Quem dele é nascido é o crente.

2 – Aqui se declara o inverso de 4.20, 21. Também se pode dizer que, aquele que ama a Deus, ama os Seus filhos, e aquele que ama os filhos de Deus, ama a Deus.

3 – Penosos, um fardo opressivo e exaustivo. O amor transforma os mandamentos de Deus em luz.

55) 1 Pedro 1.4 – O crente possui a natureza divina.

O resultado de um novo nascimento é uma nova herança, que foi descrita como incorruptível (indestrutível), sem mácula (sem mancha), imarcescível (fresca) e reservada (vigiada) nos céus para vós outros. Para os leitores de Pedro, que já tinham renunciado à sua parte na herança terrena de Israel, a prometida terra dos antepassados, e que também trilham de passar pela proscrição e privação dos bens terrenos (cf. Hebreus 10.34), este pensamento da verdadeira herança daria conforto e equilíbrio. Como isto nos faz lembrar as advertências de nosso Senhor aos seus discípulos para que convertessem suas propriedades terrenas em verdadeiras riquezas (por exemplo, Lucas 12.33, 34).

56) Romanos 8.9 – 11 – O crente é propriedade de Cristo (1 Coríntios 6.19, 20).

57) 1 Tessalonicenses 5.23, 24 – O crente é conservado irrepreensível.

58) 1 João 5.16 – O crente não pode pecar para a morte eterna (1 João 3.9; 5.18).

59) 1 Coríntios 12.3 – O crente não pode blasfemar contra o Espírito Santo (Mateus 12.32; Marcos 9.39, 40; Lucas 11.23; 1 João 5.10; João 3.33).

60) 1 João 2.19 – O crente é perseverante na fé (Mateus 10.22; 24.13; 2 João 9; Apocalipse 13.10; 14.12).

Saíram de nosso meio. Nunca, organicamente, unidos ao corpo, teriam permanecido conosco. A sua separação do grupo cristão é a prova de sua falsa profissão, e o seu afastamento denunciou-os como anticristos. A apostasia é possível para aqueles que nunca realmente aceitaram Cristo como seu Salvador. Mas o crente, na pessoa de Cristo, é perseverante na fé de acordo com os textos: (Isaías 54.10; João 6.51; Romanos 5.8 – 10; 8.28 – 32, 34 – 39; 11.29; Filipenses 1.6; 2 Tessalonicenses 3.3; Hebreus 7.25).

 

80 razões porque o cristão não pode perder a salvação (1/4)

80 razões porque o cristão não pode perder a salvação (2/4)

80 razões porque o cristão não pode perder a salvação (4/4)

 

Autor: Plínio Sousa

Divulgação: Reformados 21

Plinio Sousa
Plinio Sousa
Soteropolitano. Fundador do Instituto Reformado Santo Evangelho — IRSE. Atuo como Diretor e Professor do mesmo. Pastor Reformado, Bacharel em Teologia, Mestre em Teologia do Novo Testamento. Psicólogo Cristão, Juiz de Paz Eclesiástico, Capelão Cristão, Missionário, Palestrante e Escritor.