80 razões porque o cristão não pode perder a salvação (1/4)

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INTRODUÇÃO

Certa vez, Spurgeon disse:

Uma expiação universal é como uma ponte de grande largura com somente metade de um arco, ela não cruza o rio: Chega somente à metade do caminho, ela não pode assegurar a salvação de ninguém.

Louvado seja o Senhor Jesus Cristo pela Salvação eterna! Engrandecido seja o Seu nome, porque a salvação das nossas almas não depende dos nossos esforços, mas exclusivamente dEle. Somos irremediavelmente salvos, vamos viver com Cristo pelos séculos dos séculos. Amém!

Acredito que 80 razões são suficientes para que o crente tenha segurança convicta na salvação. Apenas uma promessa de Deus, somente uma, seria suficiente para que o crente, na Pessoa de Cristo, descansasse e regozija-se em uma esperança viva, mas com fé, temor e tremor, com o máximo de fidelidade à sã doutrina. Vejamos, pois:

 

01) Gênesis 7.16 – Sendo a arca um tipo de Cristo (1 Pedro 3.20,21; Romanos 6.4), o crente está seguro nEle (Colossenses 3:3; Apocalipse 3.7).

Fazendo um paralelo de Gênesis 7.16 com João 10.9, onde Cristo diz ser a porta das ovelhas, podemos de forma metafórica dizer que a porta da arca também simbolizava Cristo.

A palavra grega usada para porta, em João 10.9, é θύρα – thyra, que metaforicamente significa porta, através da qual as ovelhas entram e saem, nome daquele que traz salvação para aqueles que seguem a sua orientação, a porta do reino do céu (semelhante a um palácio) denota as condições que devem ser cumpridas, a fim de ser recebido no reino de Deus. Assim podemos afirmar que Jesus está tipificado na porta da arca, não somente como a “arca” que nos conduz seguro a salvação, mas a entrada que nos leva à salvação. Por sua vez, Noé cumpriu as orientações de Deus para sua própria salvação e a de seus entes queridos. Assim, todos os crentes em Cristo receberam de Deus o dom da salvação, tendo assim a segurança da salvação por meio do sacrifício do Redentor. Jesus Cristo cumpriu todas as orientações do Pai a nosso favor. “Pois Eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou” – João 6.38. (cf. Efésios 2.8,9; Atos 16.31).

NOTA:

Jesus se referia aos vice-pastores do rebanho ou a todos os crentes? Favorável ao primeiro ponto de vista está o fato de que entrar já foi usado em relação ao pastor (v.1,2). Além disso, “entrar” e “sair” é uma familiar expressão do A.T., relacionada com a atividade do líder (1 Samuel 18.16; 2 Samuel 3.25). Apesar disso, a largura da linguagem – alguém – e as palavras será salvo, favorecem uma referência inclusiva. No sentido redentor, a palavra “salvar ” ocorre poucas vezes em João (3.17; 5.34; 12.47). A liberdade do crente, em contraste com a sua situação no Judaísmo, parece estar indiretamente sugerida ao entrar e sair, e sua nova satisfação (achará pastagem) era uma bem recebida mudança da aridez dos ensinamentos aos quais estivera sujeito.

 D.A Carson define João 10.9 – 10 da seguinte forma:

Barrett (pp.371 – 373) provê uma lista impressionante de expressões “porta” nas fontes judaicas, cristãs e helenísticas. Mas a riqueza da lista derrota seu propósito. Tudo o que se demonstra é que “porta” é uma metáfora comum em várias religiões. Que significado ela tem em qualquer passagem particular deve ser determinado pelos parâmetros contextuais e conceituais do texto à mão. Aqui, a idéia não é que o pastor Jesus tira seu próprio rebanho de um curral bastante misturado (v.1 – 5), mas que Jesus, a porta, é o único meio pelo qual as ovelhas podem entrar na segurança do curral (v.9a) ou na rica forragem do pasto (v.9b). O pensamento é semelhante a João 14.6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”. Enquanto o ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir, Jesus vem para que tenham vida, e a tenham plenamente. Essa é uma forma proverbial de insistir que há somente um meio de receber vida eterna (os sinóticos podem ter preferido falar sobre entrar no reino, embora entrar na vida também seja atestado neles); somente uma fonte de conhecimento de Deus; somente uma fonte de nutrição espiritual; somente uma base para a segurança espiritual – somente Jesus. O mundo ainda procura seus salvadores humanísticos e políticos – seus Hideres, Stalins, Maos e Pol Pots — e, só muito tarde, fica-se sabendo que eles confiscaram descaradamente propriedades privadas (eles vieram “apenas para roubar”), cruelmente espezinharam a vida humana (eles vieram “apenas para […] matar”), e desdenhosamente atacaram tudo que é valioso (eles vieram “apenas para […] destruir”). Jesus tem razão. Não é a doutrina cristã do céu que é o mito, e sim o sonho humanista de utopia. Dentro do mundo metafórico, vida […] plenamente sugere ovelhas gordas, saciadas e vigorosas, não aterrorizadas por bandidos; fora do mundo narrativo, ela significa que a vida que os verdadeiros discípulos de Jesus desfrutam não deve ser entendida como mais tempo para preencher (meramente vida “eterna”), mas vida de qualidade dificilmente imaginada, vida para ser vivida. E tentador ver aqui uma alusão ao Salmos 118.20: “Esta é a porta do Senhor, pela qual entram os justos”. Certamente os versículos seguintes (118.22 – 24) são apropriadamente aplicados a Cristo em outro lugar no Novo Testamento (Mateus 21.42; 2 Pedro 2.7).

Concluo afirmando que os justos pela fé (Romanos 1.17) viveram,  entraram pela “porta” Jesus, e se refugiaram na “arca” Jesus, imputados em sua santa justiça consumada no Calvário.

02) Efésios 4.30 – O crente está selado no Espirito Santo (Efésios 1.13; 2 Timóteo 2.19), e este selo é inviolável e irrevogável (Ester 8.8; Daniel 6.12).

O termo grego para fostes selados é ἐσφραγίσθητε – esphragisthēte, que exprime a ideia de colocar um selo, marcar com um selo, selar por segurança (de Satanás). A fim de provar, confirmar ou atestar algo, autenticar, provar o testemunho de alguém: provar que ele é quem diz ser, ou seja, confirmar o testemunho de um crente na pessoa de Cristo, autenticar a salvação por meio de Jesus Cristo, assegurando com uma marca (um selo) que todos os crentes em Cristo estão livres das acusações de Satanás para o Dia da redenção.

A palavra usada para redenção, no grego, é “ἀπολυτρώσεως – apolytrōseōs”, que significa uma libertação efetuada pelo pagamento de resgate ou liberação obtida pelo pagamento de um resgate.

Os crentes serão libertados definitivamente do poder do pecado e da morte, e terão suas entradas liberadas no Reino dos céus pelo sacrifício de Jesus na Cruz no Calvário.

NOTA:

E não entristeçais o Espírito de Deus. Aquilo que entristece o Espírito Santo é pecado. O remédio é a confissão (cf. 1 João 1.9). Embora o Espírito Santo possa ser entristecido, Ele jamais abandona o crente. Ele é o nosso selo. Fomos selados por Ele para o dia da redenção (cf. Efésios 1.13). Ele é a garantia de que a nossa redenção será completada.

03) 2 Coríntios 1.22 – O crente tem o penhor do Espirito Santo como garantia segura e inabalável (2 Coríntios 5:5).

A palavra grega usada para penhor é ἀρραβῶνα – arrabōna, que descreve o Espírito Santo como o penhor de nossas alegrias futuras e contentamento no céu. O Espírito Santo nos dá um antegozo ou garantia das coisas que acontecerão.

04) Gálatas 3.15 – Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão (Gálatas 3.29), uma aliança irrevogável.

A palavra grega usada para testamento é διαθήκην – diathēkēn, onde aparece também em Hebreus 9.16 para identificar um testamento, ou vontade que não tem autoridade legal até a morte da pessoa que o fez, conforme ilustrado pela ratificação do primeiro testamento do Sinai (cf. Êxodo 24.5 – 8). Da mesma maneira, a morte de Cristo foi necessária para o estabelecimento do Novo Testamento.

NOTA:

(v.15) Falo como homem. Esta é uma expressão técnica, uma espécie de pedido de desculpas. A imutabilidade dos arranjos divinos estaria além de qualquer debate, mas Paulo acha que é necessário discutir o assunto para tomar inteiramente compreensível aos seus leitores. Mesmo nos arranjos humanos, uma vez confirmados, uma parte do convênio não pode, por si mesmo, deixá-lo de lado como se não mais vigorasse, nem pode lhe acrescentar algo como nos testamentos. (v.26 – 29) Todos, tanto os gentios como os judeus são bem recebidos na família de Deus mediante a fé. E assim eles alcançam sua posição em Cristo Jesus: batizados em Cristo. O batismo nas águas leva uma pessoa a desfrutar da comunhão da Igreja, mas por trás desse fito jaz um aspecto mais significativo do batismo: ser separado pelo Espírito para viver em união com Cristo e o Seu corpo (1 Coríntios 12.13). De Cristo vos revestistes. O Senhor Jesus se torna o segredo e a esfera da nova vida que é participada com outros crentes. Sois um em Cristo Jesus. Filiação com Deus envolve fraternidade em Cristo. Surge um novo homem nele (Efésios 2.15). As costumeiras distinções e divisões da vida desaparecem neste relacionamento. Estar em Cristo Jesus, pertencendo-Lhe, faz-nos parte dos descendentes de Abraão, uma vez que Cristo é essa descendência, conforme já ficou declarado em Gálatas 3.16,19. Filiação faz do crente também um herdeiro (Romanos 8.17).

A palavra pacto, concerto, aliança, é muitas vezes usado nas Escrituras pela palavra “בְּרִיתִ֣י – bêriyth” (Testamentum). A palavra aliança é utilizada para designar a relação estreita que Deus entrou pela primeira vez com Noé (Gênesis 6.18; 9:9). Depois com Abraão, Isaque e Jacó, e sua posteridade (Levítico 26.42). Mas, sobretudo com Abraão (Gênesis 15 e Gênesis 17) e depois por meio de Moisés, com o povo de Israel (Êxodo 24; Deuteronômio 5.2; 29.1). Com esta última aliança, os israelitas são obrigados a obedecer à vontade de Deus expressa e solenemente promulgada na Lei mosaica, e Ele (Deus), o Todo-poderoso, lhes promete a sua proteção e bênçãos de todos os tipos neste mundo, mas ameaça transgressores com as punições mais severas.

Assim, no Novo Testamento, encontramos menção de αἱ πλάκες τῆς διαθήκης – As placas do pacto (הַבְּרִית לוּחות, Deuteronômio 9.9,15), as tábuas da lei, em que os deveres do pacto foram inscritos (Êxodo 20); κιβωτός τῆς διαθήκης – Arca da Aliança (הַבְּרִית אֲרון, Deuteronômio 10.8; Deuteronômio 31.9; Josué 3.6), a arca da aliança ou lei, em que essas tabelas foram depositados, Hebreus 9:4; Apocalipse 11.19; διαθήκη περιτομῆς – aliança da circuncisão, a aliança da circuncisão, feita com Abraão, cujo sinal e selo era a circuncisão (Gênesis 17.10; Atos 7.8); de τό αἷμα τῆς διαθήκης – o sangue da aliança, o sangue das vítimas, pelo derramamento e aspersão do qual o pacto Mosaico foi ratificado (Hebreus 9.20; Êxodo 24.8), de αἱ διαθῆκαι – os pactos, os acordos, os testamentos, os convênios, um feito com Abraão, o outro por meio de Moisés com os israelitas (Romanos 9.4). αἱ διαθῆκαι τῆς ἐπαγγελίας – as promessas, as obrigações às quais a promessa de salvação através do Messias foi anexada (Efésios 2.12). συνθηκαι ἀγαθῶν ὑποσχέσεων para a salvação cristã é o cumprimento das promessas divinas, anexo a esses convênios, especialmente a que fez com Abraão (Lucas 1.72; Atos 3.25; Romanos 11.27; Gálatas 3.17), onde “διαθήκη” é de Deus, ou seja, a promessa feita a Abraão.

Como o novo e muito mais excelente vínculo de amizade que Deus no tempo do Messias entraria com o povo de Israel é chamado “חֲדָשָׁה בְּרִית” – “καινή διαθήκη – Novo Testamento (Jeremias 31.31) – Que promessa divina Cristo fez (Hebreus 8.8 – 10; Hebreus 10.16) – que encontramos nos N.T dois pactos distintas faladas δύο διαθῆκαι – Dois concertos (Gálatas 4.24; Hebreus 9.15,18, cf. 8.9), o último é contrastada, como “καινή διαθήκη – Novo Testamento” (Mateus 26.28; Marcos 14.24; 1 Coríntios 11.25; 2 Coríntios 3.6; Hebreus 8.8). κρείττων διαθήκη – Concerto mais útil, mais vantajoso, mais aproveitável, Hebreus 7.22; αἰώνιος διαθήκη, Hebreus 13.20; e Cristo é chamado κρείττονος – mais útil, mais vantajoso, mais aproveitável ou νέας διαθήκης μεσίτης – Um novo mediador (Hebreus 8:6; 9:15). Esta nova aliança liga os homens a exercer fé em Cristo, e Deus lhes promete graça e salvação eterna. Com este pacto Cristo estabeleceu e ratificou (validou ou reafirmou algo que foi dito ou prometido) por sofrer a morte, e morte de Cruz. Portanto, as frases τό αἷμα τῆς καινῆς διαθήκης – O sangue do Novo Testamento – τό αἷμα τῆς διαθήκης – O sangue da aliança (Hebreus 10.29) – e τό αἷμα μου τῆς διαθήκης – O meu sangue da aliança, ou meu sangue pelo derramamento de que a aliança é estabelecida, é a segurança do crente na pessoa e sacrifício de Jesus Cristo. O crente está no “melhor concerto”, pois é um Testamento Novo, definitivo e eterno, onde o testador morreu e ressuscitou para cumprir a Lei e a promessa já antes estabelecida (Mateus 26.28; Marcos 14.24).

05) 1 Coríntios 11.25 – Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança incondicional, selada com sangue (Jeremias 34.18, 19; Gênesis15.12 – 21), e não com sapato (Rute 4.7,8) ou sal (Números 18.19; Levítico 2.13).

06) Gênesis 17.7 – 10 – Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança unilateral (o rompimento da aliança só seria possível se Deus morresse).

07) Jeremias 31.31 – 33 – Mediante a nova aliança (com sangue), o temor do Senhor é insuflado no coração do crente (Jeremias 32.39,40) para que não se aparte de Deus (Hebreus 3.12; 8.8 – 13; Ezequiel 36.26, 27).

08) Salmos 12.7 – O crente é guardado por Deus do mal que há no mundo.

09) Salmos 17.8 – O crente é guardado por Deus como a menina dos Seus olhos.

10) Salmos 25.20 – A alma do crente é guardado por Deus (Salmos 97.10).

11) Salmos 37.28 – O crente é preservado para sempre.

12) Salmos 121.58 – O Senhor guarda o crente, guarda a sua alma de todo o mal; guarda a sua saída, guarda a sua entrada e o guarda para sempre.

13) Salmos 145.20 – O Senhor guarda os crentes que O amam.

14) Jeremias 31.3 – O amor de Deus para com o crente é eterno.

15) Jó 5.19 – O crente é guardado do mal (Salmos 91; João 17.9 – 26).

16) 1 João 5.18 – O crente é guardado do maligno (2 Tessalonicenses 3.3; Jeremias 31.11).

“Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não está no pecado; aquele que nasceu de Deus o protege, e o Maligno não o atinge”.

O termo grego para [o] protege é τηρεω – tereo, que expressa cuidado atento e sugere posse presente; indica custódia segura e frequentemente implica em ataque de fora [do Diabo]. Pode marcar o resultado do qual φυλασσω – phulasso, que significa guardar de ser perdido ou de perecer, cuidar para não escapar, guardar uma pessoa para que permaneça segura é o meio. A palavra grega que descreve [não o] atinge é “ἅπτεται – haptetai, que denota a ideia de tocar, assaltar ou atacar alguém, e dessa investida do Diabo o crente está seguro por Deus, em Jesus Cristo.

NOTA:

(v.18) Sabemos. Com conhecimento certo e positivo. Não vive em pecado. Tempo presente, pecado habitual. “O poder da intercessão para vencer as consequências do pecado poderiam parecer um encorajamento para uma certa indiferença ao pecado” (Westcott; p.193). “A condição da filiação divina é incompatível, não simplesmente com o pecado para morte, mas com o pecado de qualquer aspecto” (Plummer; p.125). “Toca, atinge ou detenha”. Aparece  só em João 20.17, e não significa um simples toque superficial, mas um agarramento. Satanás não pode agarrar e manter preso aquele que é nascido de Deus.

Em 2 Tessalonicenses 3.3, em uma afirmativa, diz que o “Senhor é fiel, que confortará e guardará (o crente) do maligno”.

A palavra grega para guardará é φυλάξει – phylaxei, que significa guardar ou vigiar, manter o olhar sobre, para que não escape; guardar de ser raptado, preservar seguro e sem distúrbio, guardar de ser perdido ou de perecer. Por isso a afirmação de Mateus em dizer “Pois se levantarão falsos cristos e falsos profetas e apresentarão grandes milagres e prodígios para, se possível, iludir até mesmo os eleitos”. Se possível, por que não há possibilidade de um eleito ser iludido, engando pelos mensageiros de Satanás. (cf. 2 Tessalonicenses 2.9 – 11; Apocalipse 13.13,14; 2 Timóteo 2.19).

As palavras gregas φυλάξει – phylaxei e τηρεω – tereo expressam o mesmo significado. São termos sinônimos.

17) Judas 24 – O crente é guardado para não tropeçar (1 Samuel 2.9; Isaías 63.13).

“Àquele que é poderoso (Deus) para impedi-los de cair e para apresentá-los diante da sua glória sem mácula e com grande alegria” – Judas 1.24.

O termo para impedi-los, manter seguro de tropeçar, no grego, é descrito pela mesma palavra usada em 2 Tessalonicenses 3.3 e 1 João 5.18 – φυλάξει – phylaxei. A ação de preservar o crente é direta, sendo a proteção o criador, salvador e consolador (Trindade).

NOTA:

Uma das maiores e mais sublimes bênçãos do N.T. é esta que se encontra no final desta curta epístola. Duas outras bênçãos paulinas comparáveis são a de Romanos 16.25 e 1 Timóteo 6.14 – 16. Vital a todas as exortações feitas aos crentes é o lembrete dos recursos infinitos do próprio Deus, único que tem competência para nos guardar de tropeçarmos nesta vida e atraí-los a Ele próprio no último dia. Ele aperfeiçoará a obra da santificação para que os crentes sejam irrepreensíveis ou imaculados.

18) João 11.9 – A fé do crente não lhe permite tropeçar (Romanos 9.31 – 33).

19) Provérbios 10.25 – O crente tem perpétuo fundamento (2 Timóteo 2.19; 1 Coríntios 3.11).

“Passada a tempestade, o ímpio já não existe, mas o justo permanece firme para sempre” – Provérbios 10.25.

20) 1 Pedro 1.5 – O crente é guardado pela fé no poder de Deus.

 

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80 razões porque o cristão não pode perder a salvação (3/4)

80 razões porque o cristão não pode perder a salvação (4/4)

 

Autor: Plínio Sousa

Divulgação: Reformados 21

Plinio Sousa
Plinio Sousa

Soteropolitano. Fundador do Instituto Reformado Santo Evangelho — IRSE. Atuo como Diretor e Professor do mesmo. Pastor Reformado, Bacharel em Teologia, Mestre em Teologia do Novo Testamento. Psicólogo Cristão, Juiz de Paz Eclesiástico, Capelão Cristão, Missionário, Palestrante e Escritor.