As consequências perigosas da posição continuacionista (1/2)

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Alguns continuacionistas conservadores podem considerar isso como uma questão relativamente menor, secundária – que gera apenas pequenos problemas pra a igreja em geral. Outros parecem estar confortavelmente indiferentes ao problema, sem lhe dedicar nenhum tipo de reflexão. Na realidade, as implicações são enormes e as consequências potencialmente desastrosas. Aqui estão oito razões para isso.

  1. A posição continuacionista dá uma ilusão de legitimidade mais ampla ao movimento carismático.

Embora os continuacionistas conservadores teologicamente respeitáveis representem uma pequena minoria dentro do movimento carismático, eles proporcionam ao movimento inteiro uma aura de credibilidade teológica e respeito.

Quando escrevi o Caos Carismático há mais de vinte anos atrás, as pessoas me acusaram de abordar apenas a orla excêntrica do movimento carismático. Tenho certeza que alguns vão dizer a mesma coisa sobre este livro. Na realidade, porém, este livro trata do comportamento predominante no movimento carismático. Continuacionistas reformados são os únicos que estão realmente na orla porque não exemplificam a grande maioria dos carismáticos. No entanto, quando os notáveis estudiosos dão crédito às interpretações carismáticas ou deixam de condenar diretamente práticas carismáticas, fornecem cobertura teológica para um movimento que devia ter os seus perigos expostos, e não ser defendido.

Um dos estudiosos do Novo Testamento mais respeitados do mundo evangélico fornece um exemplo disso. Como exegeta cuidadoso que busca ser fiel ao texto do Novo Testamento, esse homem identifica corretamente o dom de línguas como idiomas autênticos. No entanto, os seus pressupostos continuacionistas o inibem de concluir que o dom de línguas cessou. Como um resultado, ele é forçado a elaborar uma hipótese desconcertante que afirma que o balbuciar moderno pode parecer uma fala sem sentido, mas pode, ao mesmo tempo, constituir uma linguagem racional. Em uma extensa discussão sobre este ponto, ele fornece o seguinte exemplo para ilustrar o seu ponto de vista:

Suponha que a mensagem em inglês seja: Praise the Lord, for his mercyendures forever [Louvai ao Senhor, porque a sua misericórdia dura para sempre].

Retire as vogais e você terá: PRS TH LRD FR HS MRC NDRS FRVRLBD SNR PRQ S L S MSRCRD TRN.

Isto pode parecer um pouco estranho, mas quando nos lembramos de que o hebraico moderno é escrito sem a maioria das vogais, você podemos imaginar que com a prática isso pode ser lido facilmente.

Agora, remova os espaços e, a partir da primeira letra, reescreva a sequência usando sempre a terceira letra, repetidamente passando pela sequência até que todas as letras sejam usadas. O resultado é:

PTRRMNSVRHDHRDFRSLFSCRR.

Agora, adicione uma letra a depois de cada consoante, e divida a unidade em pedaços arbitrários:

PATARA RAMA NA SAVARHA DAHARA DAFARASALA DASA CARARA.

Eu acho que isso se confunde com a transição de algumas línguas modernas. Certamente é muito parecido com algumas que já ouvi. Mas o importante é que ela transmite a informações desde que você saiba o código. Quem conhece os passos que tomei poderia revertê-los, a fim de recuperar a mensagem original […]

Parece, então, que as línguas podem conter informações cognitivas, embora não sejam linguagens humanas conhecidas – assim como um programa de computador é uma “linguagem” que transmite uma grande quantidade de informações, mesmo que não sendo uma “linguagem” falada realmente por alguém.3

Ao mesmo tempo em que é uma sugestão inovadora, não tem nenhuma base exegética e adiciona camadas de complexidade desnecessárias que são justificadas pela descrição do dom de línguas do Novo Testamento. Explicações únicas como essa, embora bem-intencionadas, tentando fazer o impossível. Todos os esforços para reconciliar o milagre bíblico de falar línguas estrangeiras com a prática moderna de falar coisas sem sentido tem falhado.

Se essa interpretação não tivesse vindo de um dos mais respeitados autores acadêmicos de nosso tempo, provavelmente não ganharia força em nenhum fórum sério. Mas por causa da reputação desse escritor em particular e por ser um ilustre estudioso evangélico, muitos carismáticos se apegaram sobre à ideia dele como se fosse uma defesa crível de sua posição. Mas não é. É uma clara tentativa desesperada de defender o indefensável. Teorias improváveis, como as provenientes de fontes respeitadas, só servem para legitimar um movimento que, na realidade, é construído com argumentos insustentáveis e falácias exegéticas.

Em uma entrevista online, um outro pastor continuacionista insiste que a versão moderna do discurso extático é uma expressão legítima do dom, embora admita que, muitas vezes,  seja falsificado nos círculos carismáticos. Falando de seu próprio desejo de falar em línguas, diz:

Ainda essa manhã eu estava andando na minha sala de estar […] [e] eu pensei em línguas. Eu disse: “Não pedi por línguas por um longo tempo.” E assim, simplesmente parei […] E disse: “Senhor, ainda estou ansioso para falar em línguas. Será que você me concede esse dom?”

Agora, nesse momento, você pode tentar dizer “banana” de trás para frente, se quiser. Eu costumava me sentar no carro do lado de fora da igreja cantando em línguas, mas eu sabia que não estava. Estava apenas inventando. E eu disse, não é isso. Eu sei que não é isso. Mas é isso que eles tentam levá-lo a fazer se você estiver em um determinado grupo. E eu, simplesmente, fiz de tudo para tentar me abrir para isso, e o Senhor sempre me disse, sem precisar de palavras: Não, Não.

Mas não considerei que essa fosse sua última palavra. E assim, de vez em quando, eu me voltava para ele como uma criança e dizia: “Muitos dos meus irmãos e irmãs têm este brinquedo, têm esse dom. Posso tê-lo também?”4

Esse depoimento ilustra a angústia que é causada por uma compreensão errada dos dons: esperar que Deus lhe dê algo que ele removeu da igreja há muito tempo. Por um lado, sou grato por esse pastor ser honesto o suficiente para reconhecer que nunca experimentou o fenômeno contemporâneo, especialmente porque a versão moderna constituí uma experiência falsa. Por outro lado, a crença desse respeitado pastor de que o êxtase ininteligível pode ser uma expressão genuína dos dons espirituais concede legitimidade a todos que associam o balbuciar sem sentido ao Espírito de Deus. Embora seja um defensor bem conhecido da sã doutrina em muitos aspectos vitais, sua posição sobre línguas fornece uma plataforma para milhões de plausibilidade para milhões de carismáticos que são muito menos responsáveis do que ele.

  1. A posição continuacionista degrada a natureza milagrosa dos verdadeiros dons que Deus derramou sobre a igreja do primeiro século.

As narrativas dos Evangelhos, juntamente com o livro de Atos, registaram os milagres mais abrangentes e surpreendentes que já ocorreram em toda a história humana. Deus concedeu novas revelações para a Igreja, através de seus apóstolos e profetas, de modo que o Novo Testamento pudesse ser escrito. O Espírito Santo permitiu que as pessoas com o dom de línguas falassem as palavras estrangeiras que nunca tinham aprendido. E ele concedeu o dom da cura a determinados indivíduos – o que lhes permite curar pessoas cegas, aleijadas, surdas e leprosas – para validar sua mensagem. O propósito desses milagres, e sua relação com a revelação inicial da verdade do evangelho, ficam claros em Hebreus 2.3-4: Essa salvação [o evangelho], primeiramente anunciada pelo Senhor, foi-nos confirmada pelos que a ouviram. Deus também deu testemunho dela por meio de sinais, maravilhas, diversos milagres e dons do Espírito Santo distribuídos de acordo com a sua vontade. Esse texto perde seu sentido com a noção carismática de que sinais, maravilhas, milagres e dons de línguas, profecia e cura pertencem à experiência cotidiana dos cristãos.

Além disso, quando os continuacionistas usam a terminologia dos dons do Novo Testamento mas, em seguida, definem esses termos para adequá-los à prática carismática, eles depreciam a natureza extraordinária do significado original. Como resultado, diminuem a maneira gloriosa com que o Espírito Santo operou nas etapas fundamentais da história da igreja. Se os dons são praticados nas igrejas carismáticas são equivalentes aos descritos no Novo Testamento, então os dons originais não foram de modo algum milagrosos. Dizer coisas cheias de erros não é coerente com o dom da profecia bíblica. Falar coisas sem sentido não é o verdadeiro dom de línguas. E orar pela cura, mesmo sabendo que essas orações podem não ser respondidas, não é o dom apostólico de cura.

Como cristãos evangélicos, desejamos ver o Deus trino honrado e sua Palavra exaltada. Quando carismáticos se apropriam da terminologia do Novo Testamento e redefinem os dons bíblicos, degradam o que Deus estava fazendo no primeiro século. Os conservadores continuacionistas ajudam nessa deturpação.

  1. A posição continuacionista limita severamente a capacidade de seus defensores confrontarem os que se enquadram na confusão carismática.

Ao dar crédito para às premissas básicas de um movimento degradado, os continuacionistas acabam desistindo de enfrentar outros líderes evangélicos que possuem um comportamentos carismáticos extravagantes ou fazem afirmações bizarras com base em supostas revelações de Deus.

Uma ilustração vívida disso veio à tona há alguns anos, quando um popular, mas provocante jovem pastor começou a afirmar que Deus estava mostrando-lhe visões de pessoas específicas envolvidas em atos sexuais – incluindo estupro, prostituição e abuso sexual infantil.5 Com um ar de impetuosa fanfarronice, o pastor descreveu as supostas visões à audiência com os detalhes lascivos, de tal forma que o resultado impróprio para menores constituí uma clara violação de Efésios 5.12, 1 Timóteo 4.12 e uma série de outras passagens bíblicas. Essas mensagens foram disponibilizadas ao público através do site do seu ministério.

Obviamente, visões desse tipo não são de Deus, dando origem, em lugar disso, à imaginação que tem sido excessivamente expostas a influências mundanas. Enquanto os cessacionistas foram rápidos em apontar o rompante pornográfico do pastor, alguns líderes continuacionistas se viram em um dilema. Por um lado, eles não poderiam se sentir confortáveis com as imagens obscenas que o jovem alegou ter vindo a ele da parte de Deus. Por outro lado, eles não podiam negar definitivamente a sua afirmação de que o Espírito Santo estava dando a ele uma nova revelação, não importa o quão escabrosa ou extravagante fosse. No final, eles permaneceram desconfortavelmente em silêncio, e este foi interpretado como aceitação.

Outros exemplos também poderiam ser listados, o que demonstra que, enquanto os carismáticos reformados querem se distanciar da tendência predominante do Movimento Carismático, se colocaram em uma posição que torna quase impossível para eles criticá-la de forma eficaz. Um pastor evangélico influente reiterou a pouco tempo o fato de que ele havia ficado nitidamente intrigado com o Movimento da Terceira Onda no início de 1990, pois enxergava o MovimentoVineyard, de John Wimber, como um verdadeiro avivamento.6 Um conhecido teólogo sistemático sugere que cair no Espírito pode ser uma coisa boa, desde que produza resultados positivo na vida das pessoas.7 Outro autor evangélico muito lido renunciou a pastorado em 1993 para se tornar um tipo de mentor teológico do Movimento de Profetas do Kansas.8 Quando esse grupo se fragmentou, seu mentor anterior deixou o Kansas e fundou seu próprio ministério que tem uma abordagem muito mais discreta dos dons carismáticos. Mas ele ainda insiste que a profecia falível é autêntica.9

No lugar de confrontar os erros carismáticos, os líderes continuacionistas repetidamente são pegos flertando com aspectos de um movimento que está cheio de erros graves e liderança corrupta. Por deixar que o movimento carismático moderno redefinisse os dons, eles enfraqueceram gravemente sua capacidade de combater esse erro com autoridade. Mas renúncias à superioridade exegética é totalmente desnecessária.

  1. Ao insistir que Deus ainda está concedendo novas revelações aos cristãos atuais, o movimento continuacionista abre as portas à confusão e ao erro.

A aceitação da profecia falível dentro de círculos continuacionistas expõe o movimento evangélico de doutrinas inteiro às doutrinas falíveis que acompanham essas profecias.

As inúmeras falsas profecias de Jack Deere, Paul Cain, Bob Jones e dos profetas de Kansas, são suficientes para ilustrar esse ponto. Quando me encontrei pessoalmente, no meu escritório, com o ex-professor do Seminário Teológico de Dallas, Jack Deere, e o autoproclamado Paul Cain, em 1992, Deere tentou me convencer de que ele representava um segmento doutrinariamente sensato do Movimento Carismático. Ele trouxe Cain junto para provar a mim e a dois dos meus colegas presbíteros que o dom da profecia ainda estava operando na igreja. Durante nosso encontro, Cain foi quase que completamente desconexo, agindo como um bêbado. Embora Deere tenha pedido desculpas pelo comportamento bizarro de Cain, ele tentou nos fazer crer que era o resultado da unção do Espírito.

À medida que a nossa conversa prosseguia, eles reconheceram que suas profecias estavam frequentemente erradas. É claro que salientamos que as Escrituras condenam definitivamente toda falsa profecia. Os profetas bíblicos obtiveram um nível de precisão de cem por cento. A defesa de Deere foi apontar para a obra de um conhecido evangélico que defendia a continuação o do dom profético.10 Ao propor a possibilidade da profecia falível, esse respeitado teólogo evangélico forneceu a Deere e Cain uma aparência de legitimidade, apesar do fato de eles estarem claramente violando os requisitos bíblicos para a profecia encontrados em Deuteronômio 13 e 18. A popular premissa continuacionista de que o dom da profecia no Novo Testamento é frequentemente errôneo, convida abertamente falsos profetas à igreja (Mateus 7.15), promovendo, simultaneamente, uma forma de ingenuidade congregacional – em que até mesmo os cristãos sinceros podem ser levados a acreditar que Deus está falando (quando na verdade não está).

Alguns anos mais tarde, o ministério de Paul Cain foi desacreditado quando ele admitiu ter se lançado, por um longo período, tanto à embriaguez quanto à homossexualidade. Ironicamente, nenhum dos outros profetas desse movimento previu seu declínio. Na verdade, eles o aclamaram como o profeta superior com o maior dom. Quanto discernimento profético! Se tais profetas carismáticos não sabem a verdade sobre seus colaboradores, o povo influenciado por eles não tem esperança de não saber.

Apesar da exposição de Paul Cain, alguns líderes continuacionistas ainda insistem que ele realmente profetizava, mesmo que posteriormente tenha sido exposto como um charlatão imoral. Nas palavras de um líder evangélico:

Paul Cain foi profeta naqueles dias, e foi completamente desacreditada. Eu fui a um evento de Paul Cain, ele profetizou sobre mim. E ele errou. Eu o assisti pregar por duas vezes, e a forma como ele usava a Bíblia era como se a usasse como um manual que tateava para obter a coisa real, e a coisa real era: “O homem na parte de trás com a camisa vermelha irá à Austrália em três semanas, e ele está nervoso, e quero assegurar-lhe que seu visto será concedido.” Agora, isso aconteceu, e acredito que realmente aconteceu. Eu tenho um lugar na minha teologia onde o Espírito Santo pode fazer isso, e Paul Cain pode ser um charlatão. Ele era um charlatão, eu acho. Mas ele realmente profetizava.

Embora seja verdade que os falsos profetas às vezes podem fazer previsões corretas (por exemplo, Balaão [Números 23.6-12]; Caifás [João 11.49-51]), essa anedota ilustra a confusão inerente à posição continuacionista. Por que não rotular alguém o imoral Paul Cain como falso profeta, quando ele emitiu falsas profecias? Creditar ao Espírito Santo as palavras que poderiam ser de demônios, através da boca de um falso profeta, é um grave equívoco, que destaca o perigoso jogo que os continuacionistas são forçados a jogar.

A posição continuacionista convida todo cristão a interpretar qualquer impressão pessoal ou sentimento subjetivo como uma potencial revelação de Deus. Além disso, ela remove qualquer autoridade e norma objetiva para questionar a legitimidade de alguma suposta revelação divina. Dentro do paradigma continuacionista, é normal uma pessoa não saber com certeza se uma impressão veio de Deus ou de uma outra fonte. Mas isso é um subproduto direto da teologia carismática corrupta que degrada e ignora o discernimento e afasta as pessoas da verdade.

Este ponto foi vividamente ilustrado pela experiência de um pastor continuacionista muito conhecido, cuja vida foi abalada por uma mulher de sua congregação que se aproximou dele com uma suposta palavra de Deus. Ele conta a história desta forma:

Uma mulher veio até a mim, quando a minha esposa estava grávida do meu quarto filho. E ela disse: “Eu tenho uma profecia muito difícil para você”. Eu respondi: “Tudo bem.” Ela disse – na verdade, ela a escreveu e entregou para mim: “Sua mulher esposa morrerá durante o parto e você terá uma filha.” Voltei para o meu gabinete. Agradeci, e disse: ‘Eu recebo isso”. Eu esqueci o que disse, mas não foi “eu não quero ouvir isso”. Voltei para o meu gabinete, caí ao chão e chorei […] Quando nós tivemos o nosso quarto menino, e não uma menina, eu dei um grito como sempre faço, mas esse grito foi um pouco mais ato, porque eu soube que assim que o menino nasceu, aquela não fora uma verdadeira profecia.

Se uma profecia falsificada teve esse efeito na vida desse líder evangélico, imagine os efeitos devastadores sobre os leigos que não têm o nível de discernimento bíblico que ele tinha.

Dentro do movimento carismático mais amplo, esse problema é muito pior do que com continuacionistas teologicamente conservadores – uma vez que não é contido pela sã doutrina da teologia reformada. O fato de que o mundo carismático está repleto de falsos mestres e golpistas espirituais certamente não é coincidência. A elevação de experiências imaginárias e impressões subjetivas abriu a porta para todos os tipos de fraude. A ideia de que os cristãos devem esperar receber revelações extra bíblicas de Deus constantemente através de experiências místicas, combinada com a ultrajante ideia de que mesmo revelações errôneas são expressões autênticas do dom profético, criou o desastre teológico que é o movimento carismático. Infelizmente, alguns estudiosos continuacionistas conservadores não possuem condições de parar a destruição que o movimento provoca.

 

As consequências perigosas da posição continuacionista (2/2)

 

NOTAS:

  1. Carson, D.A. Showing the Spirit [A manifestação do Espírito]. Grand Rapids: Baker Books, p.85-86.
  2. Piper, John. Whats Is Speaking in Tongues? [O que é falar em línguas?], vídeo online; gravado em dezembro de 2012, publicado por David Mathis em seu blog, em 17 de janeiro de 2013.
  3. Para saber mais detalhes sobre as profecias sinistras de Mark Driscoll, consulte Phil Johnson, Pornographic Divination [Adivinhação pornogoráfica].
  4. John Piper em entrevista com David Sterling.
  5. Grudem, Wayne. Systematic Theology [Teologia sistemática], p.640.
  6. Quanto à ligação de Sam Storms com Mike Bickle e a KPC, veja Bickle, Mike; Growing in the Prophetic [Crescendo no Profético], p.120-121.
  7. Storms, Sam. A Third Wave View [Uma visão sobre a Terceira Onda], em Four Views of the Miraculous gifts [Quatro visões dos dons miraculosos], p.207-212.
  8. Cf. Grudem, Wayne. The Gift of Profhecy [O dom da profecia].

 

 

Autor: Jonh MacArthur

Trecho extraído do livro Fogo Estranho, pág 259-267. Editora: Thomas Nelson Brasil

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