Calvinismo e Determinismo

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Frequentemente nos dizem que  Calvinistas são deterministas. A afirmação é verdadeira até determinado ponto; o problema é que esse ponto não vai até muito longe, e pode levar a uma grande confusão e até mesmo a conclusões incertas. Isso porque existem vários tipos diferentes de determinismo. Alguns deles parecem ser implicações do que os Calvinistas acreditam; alguns são consistentes, mas não são implicações das crenças calvinistas; outros são totalmente inconsistentes com o que os calvinistas acreditam. (Por “o que os calvinistas acreditam”, estou me referindo a corrente histórica principal do Calvinismo, como representado pelos ensinamentos de João Calvino e a maior parte das confissões Reformadas. Eu reconheço, é claro, que há uma diversidade dentro da tradição calvinista, mas aqui eu planejo me focar nas afirmações típicas dos Calvinistas).

Junto com a afirmação de que os calvinistas são deterministas vem a declaração de que os calvinistas estão comprometidos a uma visão compatibilista do Livre Arbítrio, onde o compatibilismo é definido como a tese de que o determinismo é compatível com a liberdade. Novamente, essa afirmação é suficientemente verdadeira, mas é um pouco vaga, pois, como o determinismo, existem várias versões de compatibilismo: para cada tipo de determinismo nós podemos formular uma tese compatibilista correspondente (isto é, que a liberdade é compatível com esse tipo). De fato, existem até mais versões de compatibilismo do que versões do determinismo, porque ainda existem vários tipos de liberdade. Para cada tipo particular de determinismo, deve haver incompatibilidade com alguns tipos de liberdade e compatibilidade com outros.

Com isso em mente, a ideia de que os calvinistas são deterministas e compatibilistas é mais complicada do que muitas pessoas tendem a reconhecer. Meu propósito nesse post é tentar clarificar as coisas ao distinguir os vários tipos de determinismo, e brevemente comentar se os calvinistas estão ou não conectados e comprometidos a cada um dos tipos. (Entenda que eu não estou aqui tentando defender o Calvinismo, compatibilismo ou o determinismo, mas apenas tentando jogar alguma luz na relação entre eles).

O determinismo, definido de uma maneira bem abrangente é a visão de que os eventos são determinados por (no sentido de implicados por) eventos ou condições anteriores. Mas isso leva a questões como: “Determinados pelo quê?” e “Determinados como?”. No que se segue, eu destrincho algumas dessas questões e sua relação com o Calvinismo.

DETERMINISMO LÓGICO

O tipo mais forte de determinismo é o determinismo lógico. É a visão de que tudo é determinado por uma questão de pura necessidade lógica. Nessa visão não existem verdades ou eventos contingentes. Esse mundo, o mundo real, é o único mundo possível. As coisas não poderiam ser diferentes do que elas de fato são.

Dentro desse tipo de determinismo podemos distinguir dois subtipos: o determinismo lógico estreito e o determinismo lógico largo. O primeiro seria a visão de que tudo é estritamente implicado pelas leis da lógica, apenas. Eu não conheço ninguém (ao menos nenhum calvinista) que defenda uma posição tão extrema como essa.

O determinismo lógico largo, por outro lado, seria a visão de que tudo é necessário no sentido lógico mais abrangente. (A necessidade lógica abrangente é algumas vezes caracterizada como uma necessidade metafísica). O determinista lógico largo irá negar que tudo é estritamente implicado pelas leis da lógica, apenas, mas irá afirmar que tudo é necessário no mesmo sentido em que 2 deve ser a raiz quadrada de 4 e que elefantes tem DNA.

Eu acho que alguns Calvinistas afirmaram ao longo dos anos o determinismo lógico largo (ou algo próximo a isso). As únicas instâncias claras que eu poderia apontar seriam o teólogo de New England, Jonathan Edwards, e alguns estudantes que eu falhei em persuadir que poderiam haver um número diferente de elefantes no mundo.

No entanto, estou confiante ao dizer que a grande maioria dos calvinistas rejeitaram essa posição forte e implausível, e não há nada no Calvinismo em si que requer o determinismo lógico largo. Se Jonathan Edwards tinha essa posição, não era porque ele era calvinista, mas porque ele estava comprometido a teses filosóficas adicionais, em conjunto com suas convicções calvinistas. (Deve-se notar que Edwards afirmava algumas teses filosóficas cheias de controvérsia e idiossincrasia, como o ocasionalismo e o idealismo; ele não é o “calvinista da média”, por assim dizer).

A conclusão é que, o calvinista por si não está comprometido com qualquer forma de determinismo lógico.

DETERMINISMO FÍSICO

O determinismo físico é a visão de que todo evento é determinado por eventos anteriores juntamente com as leis da física (leis que, tipicamente, se assume, são fixas e inalteráveis, o que quer que sejam em termos de um “física ideal”). Nessa visão, o universo é essencialmente uma coleção muito grande de objetos físicos que seguem caminhos previsíveis (determinado pelas leis físicas).

Deve ser óbvio notar que o Calvinismo não implica em determinismo físico. Eu já me deparei com vários calvinistas que são fisicalistas com respeito a natureza humana (e pelo que sei, existem alguns calvinistas que são fisicalistas com respeito a todo o cosmos criado), mas, com certeza, o Calvinismo por si não está comprometido ao fisicalismo. Além do mais, o fisicalismo não implica em determinismo. Um fisicalista pode muito bem ser um indeterminista (por exemplo, se ele acha que a mecânica quântica envolve um indeterminismo ontológico real). E um fisicalista que está aberto para a ideia de intervenção divina dentro do cosmos afirmaria apenas um determinismo físico qualificado (isto é, os eventos são fisicamente determinados assumindo que não há intervenção divina).

DETERMINISMO CAUSAL

O determinismo causal é o tipo de determinismo geralmente abordado em discussões filosóficas atuais sobre o Livre Arbítrio. Por exemplo, os debates em torno do compatibilismo tendem a focar na compatibilidade (ou incompatibilidade) da liberdade com esse tipo de determinismo. O determinismo causal é a tese de que todo evento é necessitado de forma causal por eventos anteriores de acordo com as leis da natureza (que, novamente, são tipicamente assumidas como fixas e inalteráveis). Esse tipo de determinismo também tem sido chamado de determinismo nomológico.

O determinismo causal não é estritamente equivalente ao determinismo físico, porque um determinista causal não precisa estar comprometido ao fisicalismo (a visão de que todas as causas e eventos são de natureza física). Um determinista causal pode pensar, por exemplo, que existem eventos mentais (i.e., pensamentos) que são distintos de (e não redutíveis a eventos físicos, mas que também são governados por leis da natureza, definidas de uma forma bem abrangente. Em outras palavras, podem haver eventos físicos e não-físicos (e.g., mentais), todos esses governados por um complexo, mas unificado conjunto de leis naturais.

Novamente, deve-se deixar claro que o Calvinismo não está comprometido com o determinismo causal. De fato, a maioria dos calvinistas nega o determinismo causal, pois, o mesmo descartaria a intervenção sobrenatural divina (isto é, os eventos miraculosos que violam ou temporariamente suspendem as leis da natureza não seriam possíveis, pois os eventos posteriores ao milagre não seriam implicados simplesmente pelos eventos anteriores em conjunto com as leis da natureza).

DETERMINISMO DIVINO

O determinismo divino, definido de um forma bem abrangente, é a doutrina de que tudo é determinado por Deus. Assim, o determinismo divino não está preso a qualquer relato particular de como Deus determinou tudo, está apenas comprometido com o fato de que Ele determinou. O determinismo divino não implica em determinismo lógico, físico ou causal. É conceitualmente distinto de todos os tipos discutidos acima.

Sem sombra de dúvidas, o Calvinismo está comprometido com o determinismo divino, já que o Calvinismo histórico ensina que Deus ativamente pré-ordena todas as coisas. Para cada evento E, Deus deseja que E ocorra, e a vontade de Deus que E ocorra é uma condição suficiente para que aconteça. Mas isso deixa espaço para discussões e discórdia sobre como a determinação divina dos eventos deve ser compreendida. Logo, uma análise mais detalhada sobre o determinismo divino é necessária. No que se segue, eu faço distinção entre três diferentes subtipos de determinismo divino. (Não quero dizer que os três são capazes de cobrir tudo, mas que eles reconhecem uma grande parte do terreno de discussão).

DETERMINISMO DIVINO CAUSAL

O determinismo divino causal, como defino aqui, é a visão de que Deus determina tudo por algum tipo de causação. Em outras palavras, Deus é a causa final de todo evento. Isso ainda deixa em aberto várias questões sobre o tipo de causação pela qual Deus determina os eventos. Note que o determinismo divino causal, em particular, não afirma ou implica em qualquer das seguintes declarações:

 

– De que Deus é a única causa dos eventos (i.e., não existem causas secundárias);

– De que Deus é a causa direta ou imediata de todo evento;

– De que Deus sempre usa causações positivas e nunca negativas;

– De que a causação divina está em pé de igualdade com a causação intramundana (i.e., o tipo de causação que opera dentro do cosmos criado);

– De que Deus permanece na mesma relação causal com os bons eventos como ele permanece com os maus eventos;

– De que a linguagem de “permissão” é inapropriada ou incoerente quando se trata da relação entre Deus e o mal;

 

Em outras palavras, um determinista divino causal pode rejeitar todas as declarações acima sem cair em contradição lógica óbvia. Também é importante ver que o determinismo divino causal não implica em determinismo causal (no sentido técnico definido anteriormente). A similaridade verbal pode tentar alguém a fazer essa conexão, mas as duas visões são logicamente distintas.

Eu tenho a visão de que a corrente principal do Calvinismo representa, sim, alguma versão do determinismo divino causal. Eu poderia argumentar (mas não irei) que o determinismo divino causal é refletido nos escritos de João Calvino, na Confissão de Fé de Westminster e (mais importante) em vários dos textos bíblicos que os Calvinistas usam para defender suas doutrinas. Mas, como havia destacado, ainda que eu esteja certo, isso ainda deixa várias questões em aberto. Isso também significa que os calvinistas estão comprometidos com o compatibilismo apenas no seguinte sentido: eles estão comprometidos com a ideia de que a liberdade humana é compatível com o determinismo divino causal (e não com qualquer tipo de determinismo).

DETERMINISMO DIVINO NÃO CAUSAL

O determinismo divino não causal é outro subtipo de determinismo divino. Pode ser definido como a visão de que Deus determina tudo, no sentido de que Ele ativamente pré-ordena todas as coisas, mas que Ele faz isso por meios não causais, pelo menos em parte. A noção de determinação não causal é aparentemente coerente em si mesma.

O Molinismo é uma forma de determinismo divino não causal que tenta reconciliar a ideia de Providência Divina com a ideia libertária (não deterministíca) da liberdade das criaturas. De acordo com o Molinista, Deus pré-ordena todas as coisas de acordo com um decreto infalível, mas Ele o põe em prática através de uma mistura de meios causais e não causais. Deus efetiva de forma causal as circunstâncias para que suas criaturas livres (no sentido não determinístico) façam as escolhas que Ele já sabia que elas fariam se fossem colocadas sob estas circunstâncias. Portanto, não há uma cadeia de causação suficiente ligando o decreto de Deus (ou da realização do mesmo) ao livre arbítrio da criatura, apesar de Deus “acarretar” (num sentido mais leve) essa escolha ao manipular as circunstâncias.

Como eu disse acima, a corrente principal do Calvinismo reflete alguma forma do determinismo divino causal. Se eu estiver errado sobre isso, o Calvinismo deve estar então relacionado a alguma forma de determinismo divino não causal. Nesse caso, resta então explicar qual a exata diferença entre o Calvinismo e o Molinismo.

DETERMINISMO DIVINO PASSIVO

Existe outro subtipo de determinismo divino que merece ser mencionado. O Calvinismo e o Molinismo representam versões do determinismo divino ativo. Deus age de tal maneira que determina todos os eventos de acordo com Seu decreto infalível. Já o determinismo divino passivo, de forma contrária, pode ser definido como a visão de que Deus determina todas as coisas passivamente, o invés de ativamente. Explicando de outra maneira: Deus não voluntariamente determina todas as coisas. Aqui eu tenho em mente a visão (afirmada por Arminianos não molinistas, por exemplo) que Deus tem presciência de todas as coisas, mas não pré-ordena todas as coisas. De acordo com essa visão, Deus sabe tudo o que irá acontecer na Sua criação (de maneira infalível), mesmo que muitas coisas que aconteçam sejam contrárias à Sua vontade. Deus tem um pré-conhecimento infalível, mas não tem um decreto que irá infalivelmente acontecer.

Creio eu que haja certamente um sentido inteligível em dizer que se Deus prevê de forma infalível que o evento E irá acontecer, E é determinado pela presciência de Deus. E é determinado ou fixado antecipadamente; não existe a possibilidade de E não acontecer, dado a presciência de Deus. Deus pode até não ter decretado E, ou ativamente desejado que E ocorresse, ou ter resolvido fazer E acontecer por determinados meios, mas E é necessariamente uma implicação das crenças anteriores de Deus sobre E. E não é absolutamente necessário, mas é consequentemente necessário dada a presciência de Deus.

Obviamente, esse é um tipo de determinismo divino muito mais fraco do que os tipos afirmados pelos Calvinistas e Molinistas. Mas, eu suspeito que muitos do Teísmo Aberto, que conscientemente rejeitam essa visão, iriam concordar comigo que é racional ver esse subtipo como um tipo de determinismo. Eles rejeitam essa visão em parte porque creem ser incompatível com uma visão libertária (não determinista) do Livre-Arbítrio.

O debate acerca do quanto a presciência divina pode ser reconciliada com a liberdade humana tem sido árduo desde o período medieval (ou até mesmo antes). O fato de esse problema ser tão conhecido e tão difícil de resolver (caso se assuma que temos uma liberdade não determinista) dá suporte à ideia de que a presciência divina envolve algum tipo de determinismo, embora seja mais leve. Logo, esse longo debate pode ser entendido como uma discussão acerca de uma tese compatibilista em particular: a de a liberdade ser compatível com o determinismo divino passivo. (na verdade, o nome de “compatibilismo” tem sido frequentemente usado para a tese de que a presciência divina é compatível com a liberdade humana). Como eu destaquei anteriormente, para cada tipo de determinismo existe uma tese compatibilista correspondente.

ALGUMAS PALAVRAS SOBRE O FATALISMO

Esta postagem focou no determinismo, mas vale a pena dar algumas palavras sobre como tudo isso se conecta ao fatalismo, não menos importante porque pode-se ouvir a afirmação por aí de que os calvinistas são fatalistas.

O termo fatalismo pode carregar uma variedade de significados diferentes. Algumas vezes é definido como “a doutrina de que todos os eventos são determinados por (ou sujeitos ao) destino” (o que, convenhamos, não joga muita luz no que o fatalismo, de fato, implica). Algumas vezes é definido como “a doutrina de que todos os eventos já estão fixos” (mas, novamente, isso deixa muito espaço para interpretações).

Muitas vezes, o fatalismo é tratado (de forma errônea) como equivalente ao determinismo. Mas, como eu já falei, isso também deixa muitas questões importantes sem resposta alguma, pois existem vários tipos de determinismo. Além do mais, quase todos os defensores do determinismo divino iriam repudiar o termo fatalismo, não menos importante porque “destino” é tipicamente compreendido como se fosse um poder ou princípio impessoal. Então, seria indolência e irresponsabilidade sugerir que o Calvinismo é fatalista simplesmente porque afirma alguma forma de determinismo.

Uma maneira mais interessante (e diria eu, mais comum) é ver o fatalismo como a visão de que os eventos irão acontecer de determinada maneira, não importa o que façamos. A ideia central aqui é que os eventos futuros (ou ao menos os que têm maior impacto) estão fixos de tal forma que nossas escolhas são irrelevantes. Estes eventos não dependem das (ou são afetados por) nossas decisões ou ações de maneira significativa. Então, um fatalista pode acreditar (baseado nas palavras de um cartomante, quem sabe) que ele irá morrer em determinado dia, ou de determinada maneira, não importa o caminho que ele escolha traçar agora.

Existem duas coisas a se notar sobre o fatalismo (compreendido dessa maneira). Primeiro, ele não implica em nenhum tipo dos determinismos discutidos acima. Note que, em particular, esse tipo de fatalismo pode até ser verdadeiro mesmo se os humanos possuírem livre arbítrio não determinista. Afinal, se os eventos futuros estão fixos de tal maneira que não são dependentes das nossas escolhas, então não importa se essas mesmas escolhas são deterministas ou não. (Se você irá dar de cara com a morte em determinado dia, você pode ter certeza de que ela não será enganada pelo seu livre arbítrio não determinista).

Segundo, o fatalismo (novamente, sendo compreendido dessa maneira) não é uma implicação do Calvinismo. Longe disso! Na verdade, o Calvinismo implica que o fatalismo é falso, porque afirma que os eventos futuros dependem de maneira significante das nossas escolhas e ações. Os calvinistas insistirão em afirmar, por exemplo, que você só irá passar sua eternidade em comunhão com Deus se reconhecer sua pecaminosidade e confiar em Cristo. Isso está muito longe de ser fatalismo.

POR QUE ISSO É IMPORTANTE?

Vou tentar dar algumas razões. Primeiro, é importante porque quando discutimos problemas filosóficos e teológicos importantes, devemos tentar ser menos vagos e menos ambíguos tanto quanto possível. Pensar de maneira clara é pensar bem, qualquer que seja o objeto de estudo.

Segundo, é importante porque frequentemente você vai encontrar argumentos do tipo: “Calvinistas são comprometidos ao determinismo, e o determinismo é falso e/ou irracional”. Quando um argumento assim for apresentado, devemos perguntar primeiro: “Que tipo de determinismo você quer dizer? Os calvinistas estão realmente comprometidos ao tipo de determinismo que você afirma ser capaz de refutar?”. Existe a real possibilidade de que os argumentos do crítico contra o Calvinismo sejam culpados de equívocos ou ambiguidades.

De maneira similar, já vi alguns dizendo: “Os calvinistas são comprometidos a uma visão compatibilista do livre arbítrio, mas existem argumentos poderosos contra o compatibilismo”. Novamente, devemos perguntar: “Qual o tipo de compatibilismo exatamente é que os Calvinistas são comprometidos? Os seus argumentos realmente se aplicam especificamente ao tipo de compatibilismo defendido pelos calvinistas?”.

E aqui está a premiação. Se você é um calvinista, da próxima vez que outro cristão te acusar de ser “determinista” (como se isso fosse um palavrão), você pode muito bem responder:“É claro que sou um determinista, e existe uma boa chance de você também ser. Logo, a questão é a seguinte: Qual o tipo de determinista que nós somos? Uma vez que tenhamos descoberto isso, a próxima pergunta que devemos fazer é: Quais os tipo de determinismo que são consistentes com os ensinos da Bíblia?”

 

 

Autor: James N. Anderson

Tradução: Erving Ximendes

Fonte: Analogical Thoughts

Via: olhai e vivei

Reformados 21
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